Katherine Howe, a autora de O Livro de Feitiços de Deliverance Dane, é descendente de Elizabeth Howe, enforcada como bruxa em 1692, e de Elizabeth Proctor, que escapou da execução por estar grávida à época. Oriunda de uma poderosa linhagem de bruxas de Salem, Howe estreia-se na literatura com uma perspectiva nova e surpreendente sobre um dos períodos mais sombrios e fascinantes da História da América.
Escrito com convicção e graça, O Livro de Feitiços de Deliverance Dane, qual caldeirão mágico em ebulição, é uma mistura de factos históricos e ficção, tempos remotos e presente, mistério, intriga e revelações, tudo com um toque de sobrenatural.
Número 1 do New York Times, do Wall Street Journal e da Barnes & Noble, a obra de estreia de katherine Howe depressa conquistou a crítica e os leitores. Elogiada pelo magnífico trabalho de pesquisa, pelo rigor da recriação da vida quotidiana no século XVII, período da verdadeira caça às bruxas, e pela cuidada e sólida descrição do mundo universitário, Howe não deixa também de surpreender pela originalidade da sua escrita e pela mestria com que funde dois momentos distintos da História.
No livro, a autora serve-se de flashbacks para recuar até um dos momentos mas infames da história dos Estados Unidos, os julgamentos de Salem, e entrar na vida de três mulheres consideradas bruxas e condenadas por superstição e intransigência, uma delas Deliverance Dane, célebre por curar doentes, receitando remédios e poções.
Partindo de um exímio trabalho de pesquisa e documentação, Howe cruza dois períodos históricos muito distintos para narrar uma história que funde o mundo académico do século XX com uma sedutora intriga definida pelo «encontro» de si própria com algumas das mulheres que fizeram história em Salem.
Direitos vendidos para mais de 25 países
Mais de 200 000 exemplares vendidos, só nos EUA
Sobre Katherine Howe
Katherine Howe está a completar um doutoramento em Estudos Americanos e da Nova Inglaterra. Vive em Massachussets com o marido.
Embora seja descendente de Elizabeth Proctor, que sobreviveu aos julgamentos das bruxas de Salem, e de Elizabeth Howe, que foi executada, a ideia do livro só surgiu em 2005, quando se mudou para Marblehead, cidade vizinha de Salem.
«Para muitas pessoas, descobrir uma relação familiar é um modo de personalizar um período da historia que, de outro modo, seria muito remoto e ao qual seria difícil aceder. No meu caso, sempre fui curiosa acerca de como era o dia-a-dia nos Estados Unidos daquela época. Como se sentiam as pessoas naquele período da História? Como pensava um puritano? Acho que o episódio de Salem pertence a todos os americanos, e cada um de nós tem muito a aprender com ele», defende.
Os julgamentos de bruxaria em Salem foram alguns dos eventos mais tenebrosos de toda a história norte-americana. Durante o decorrer dos julgamentos, entre 1692 e 1693, 150 pessoas foram presas e acusadas de bruxaria e mais de vinte condenadas à forca.
Um livro editado pela Planeta.
Pvp: 20,95€

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