Foram registados vários ataques zombie em algumas artérias de Lisboa e redacções de jornais, durante o dia 1 de Março, de acordo com o relato de dezenas de testemunhas oculares. Um morto-vivo já identificado, em avançado estado de decomposição, espalhou o terror pelas ruas e redacções da capital e arredores, tendo sido necessária a pronta intervenção das forças de segurança para evitar uma eventual epidemia. O grupo atacou indiscriminadamente os transeuntes e alguns jornalistas. que lhe surgiam pela frente, com golpes desferidos preferencialmente à cabeça e garganta. Temeu-se o pior, mas tudo não passou de um susto, com algumas correrias e gritos à mistura.
Na realidade, o presumível morto-vivo era apenas um figurante caracterizado a rigor e fazia parte de uma acção de marketing levada a cabo pela editora Gailivro, que teve lugar nas ruas de Lisboa e que foi ao encontro de alguns jornalistas ligados à cultura junto das suas redacções, inserida no lançamento do ANO ZOMBIE 2010. Segundo os responsáveis da Gailivro, “esta acção vem na sequência duma política editorial que, seguindo as tendências dos mercados livreiros internacionais, visa apostar em força no recente fenómeno zombie, depois de sucessivos êxitos com obras inspiradas em vampiros”, destacando, nomeadamente, a Série Crepúsculo.
Com O ANO ZOMBIE 2010, esta editora do Grupo LeYa pretende colocar nas livrarias nacionais, ao longo do ano, obras e autores particularmente em foco, indo ao encontro dos actuais gostos dos leitores. Bestsellers internacionais como “Guerra Mundial Z” (Março), “Orgulho e Preconceito e Zombies” (Maio) e “A Floresta das Mãos e Dentes” (Junho), entre outros, de autores tão conceituados como Max Brooks (filho do mítico Mel Brooks), Seth Grahame-Smith ou Carrie Ryan, vão chegar assim aos fãs do género sob o lema “Leituras Vivas para os Tempos Mortos”.
A própria Time Magazine já o disse: “Os Zombies são os novos Vampiros” e tudo indica que em Portugal 2010 será o Ano Zombie… por excelência.
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