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04 abril 2011

Teatro: Truta no Maria Matos

quarta 13 a domingo 17 Abril
quarta a sábado 21h30 domingo 18h00
Sala Principal
12€ / Com desconto 6€
Duração 2h30 com intervalo

"Para a apresentação de Ivanov, de Tchekov, Tónan Quito, membro fundador da Truta, convidou um naipe excepcional de actores e actrizes, com percursos distintos, mas igualmente consistentes. O colectivo lançou-se àquela que é a primeira peça em quatro actos do dramaturgo russo, onde o tédio, a insatisfação e os desesperos mudos já surgem como pano de fundo da existência rotineira e vazia."
Rita Martins, Público

Estreado no ano passado no Teatro Maria Matos e depois de uma digressão nacional, Ivanovregressa agora ao nosso palco com a participação especial dos Melech Machaya.
As peças de Tchekov são melancólicas e povoadas por personagens cansadas e desiludidas, assim manda a tradição. Mas Tónan Quito e os outros membros da companhia Truta decidiram olhar paraIvanov como se fosse a primeira vez e descobriram um texto repleto de humor, recheado de cenas dramáticas e com personagens bigger than life. Mais do que um drama psicológico ou do que uma reconstrução sociológica de uma época de fin de siècle, o Ivanov da Truta é um exercício de puro teatro, que liberta o texto de Tchekov de camadas de pó e mostra Ivanov pelo que é: um diamante em bruto.
Na peça, Ivanov, um homem banal como muitos outros, vê-se confrontado com o tédio da sua situação familiar e social, com o desgosto e com a angústia. Tem de gerir as suas dívidas, as suas culpas e as pressões dos que o rodeiam, até que, não percebendo o sentido da sua vida, compreende o que deve fazer… E decide: acabar. E acaba a peça. 

16 março 2011

Cultura: Álbum de Familia estreia no Teatro Aberto

Estreia no próximo dia 31 de Março , na Sala Vermelha do Teatro Aberto, a peça O Álbum de Família, de Rui Herbon, com encenação de Tiago Torres da Silva.

Com música original composta por Pedro Jóia, este espectáculo propõe uma viagem à memória do espectador, que acompanha a personagem central no revisitar das canções e das figuras que marcaram o percurso da sua vida.

Sinopse
Uma estação. Uma sala de espera. Um comboio. Um “eu” que empreende uma viagem à procura de si próprio, uma viagem pela memória, pelo espaço e pelo tempo de Portugal, antes e depois de 1974. Este “eu” poderia ser qualquer um de nós. Será que deixa a família, à procura de novos horizontes, ou será que só o deseja e não ousa, mantendo-se agarrado aos seus laços afectivos e ao mundo que conhece?
Álbum de família é uma peça portuguesa inédita, distinguida em 2010 com o Grande Prémio de Teatro Português, promovido pelo Teatro Aberto em conjunto com a SPAutores.

22 fevereiro 2011

Cultura:"O Bom Ladrão"

Dia 9 de Março, pelas 21.30h no Auditório Carlos Paredes em Benfica estreia "O Bom Ladrão " do irlandês Conor McPherson. A representação está a cargo do actor Pedro Górgia. 
O texto, cheio de ritmo e humor negro, foi premiado com o Stewart Parker Award e elogiado pela critica.

O Bom Ladrão é a história, contada na primeira pessoa, de um pequeno marginal que se vê envolvido num trajecto de fuga desesperada após um serviço, a mando de um mafioso local, que corre dramaticamente mal.

Mais informações em www.obomladrao.com

Em cena de 9 de Março a 17 de Abril
de quarta a Sábado ás 21.30h
Domingos às 19h


Sinopse
O título “O Bom Ladrão” cita o personagem bíblico que na cruz se arrepende e é perdoado por Cristo.
O Bom Ladrão de Conor McPherson é um rufia de Dublin com bom coração, quando não está a espancar meio mundo, por uns trocos, a mando do patrão mafioso. Há tiros. Morrem pessoas. A conclusão de escaramuça é que o nosso rufia acaba fugido do seu próprio patrão e do IRA, atracado à mulher e filha do seu alvo original, cujas vida faz por salvar. Não sendo propriamente um bom tipo, o sua noção de moral, ainda que distorcida, faz dele uma personagem passível de redenção.
A narrativa, terrível, na primeira pessoa, prende e impressiona, criando uma irresistível empatia com este delinquente, capaz de extrema violência e de alguma ingenuidade.
Quem é este bom ladrão? Um bruto inocente, que acaba enredado numa teia que não compreende, mais vítima que perpetrador. Sem dúvida, um homem solitário, sem família ou ligações afectivas estáveis, mas que as sonha, como na passagem:
“Havia uma casa mesmo ao pé da estrada. Eu queria morar lá pra poder encostar, sentar-me à lareira e beber uns copos. Comer o meu jantar e ir prá cama, e na cama, a minha bonita mulher diria que não me ía julgar e eu havia de dormir e dormir e sonhar até à próxima coisa que fizesse, que seria alguma coisa interessante.”
A ex-namorada Helga está sempre a assombrar-lhe os pensamentos mas está muito longe daquele sonho, ou sequer da sua possibilidade.
A mulher e a criança que, por força das circunstâncias, o acompanham na fuga, parecem influenciar essa vontade de uma vida tranquila ou, pelo menos despertam nele alguma sensibilidade e compreensão.
No final, o seu camarada de cela, que apreciava os lares alheios que arrombara, acaba por funcionar para ele como uma espécie de anjo pacificador, sendo afinal o seu mais verdadeiro relacionamento de comunhão, confiança, influência positiva, talvez até de reeducação social.
Mas trata-se aqui de uma história bem contada, sem acção ou diálogo. A peça explora temas  como violência, culpa e arrependimento, e essas questões são aqui trabalhadas inteligentemente ao longo da acção e do discurso coloquial do protagonista.
Qual ‘rapsodo’, o narrador vai infectar-nos de emoção e humor, com as suas palavras.
 A força teatral primordial, a eloquente narração de feitos heróicos pelos ancestrais ‘rapsodos’, encontra aqui o lado sombra do humano; a crueldade, a estupidez, a bestialidade fazem aqui as honras, num íntimo tom quotidiano, ao invés da exaltação do que é nobre. É certo que é conseguida a empatia com o público contemporâneo, ou não se explicaria o sucesso já granjeado por este texto. Sinal de um tempo em que se cria calo contra a susceptibilidade, desde cedo, e à mesa de jantar, comunicar-se um nó no estômago embrulhado num riso espontâneo; apurar-se a sensibilidade por meio do paradoxo. A história,  terrível e violenta, contada com voz  suave e agradável. Deste modo tudo parece compreensível e perdoável. O próprio personagem parece já se ter perdoado.
McPherson é um escritor profundamente moral, preocupa-se com a possibilidade de redenção dos seus personagens.  Interessa-lhe a humanização do monstro, e deve ser esse o primeiro objectivo do actor que agarra este texto.
A peça em um acto é um bom exemplo do trabalho deste autor. As suas peças requerem um grande trabalho da audiência: o seu perdão! É pedido ao público que oiça uma confissão

25 janeiro 2011

Cultura: "Branca de Neve e alguns Anões " em cena na KidZania

O Teatro Nacional da KidZania estreia no dia 26 de Janeiro uma nova peça, “Branca de Neve e alguns Anões”, um espectáculo inspirado no clássico do universo literário infantil que promete fazer as delicías de pequenos e graúdos.

Este é um espectáculo com características especiais, uma vez que são as crianças que visitam a KidZania que encarnam as personagens da história, com o apoio dos animadores da Companhia Artística do parque temático.

Em “Branca de Neve e alguns Anões”, o conto de fadas originário da tradição oral alemã, recolhido pelos irmãos Grimm, é adaptado aos tempos actuais e à dinâmica de funcionamento do Teatro Nacional da KidZania.

Com esta peça de teatro, a KidZania pretende estimular o lado criativo das crianças através de uma actividade assente no conceito de edutainment, simultaneamente divertida e pedagógica. “Branca de Neve e alguns Anões” está em cena no Teatro Nacional da KidZania, de quarta-feira a domingo, até ao mês de Maio.

Horário
4.ªf a 6.ªf: 10h – 15h30m
Sábado, Domingo e Feriados: 11h – 20h

PreçosCrianças 0 – 2 anos: Gratuito
Crianças 3 – 4 anos: 11 euros
Crianças 5 – 15 anos: 18,5 euros
Adultos:10 euros
Sénior +65 anos: 8 euros

12 janeiro 2011

Cultura: 3 em Lua-de Mel em Tomar

“3 em Lua-De-Mel” assim se chama o mais recente espectáculo com Marina Mota e Carlos Cunha que vai estar em exibição no Cine-Teatro Paraíso em Tomar, na próxima sexta-feira, dia 14 de Janeiro, pelas 21h30.

A peça de teatro dá-nos a conhecer a vida de Madalena, depois de casar com Manuel em Marrocos. No decorrer da trama surge João Romeira, o seu primeiro marido que Madalena julgava morto, e que decide regressar a casa para os braços da sua querida mulher. Mil e uma aventuras acontecem depois desta revelação.

No meio desta confusão, Madalena vê-se confusa e dividida, ao ter que fazer uma escolha, o actual marido, ou o primeiro marido que todos julgavam morto?

Esta irresistível comédia com conta com um elenco repleto de belíssimos actores: Marina Mota, Carlos Cunha, João Duarte, Érica Mota, Rui de Sá, Sara Brás, Nuno Pires e Marisa Carvalho.

Da autoria de Henrique Santana e Ribeirinho a peça de teatro conta com a promoção da Divisão de Animação Cultural da Câmara Municipal de Tomar e com as Produções Marina Mota.

Para maiores de 12 anos, as entradas para a plateia são cerca de 20€, para o 1º balcão 17.50€ e para o 2º balcão 15€.

Para mais informação ou reserva de bilhetes contacte:
cineteatro@cm-tomar.pt ou ligue para 249 329 190.

Cultura: O Senhor Puntila e o seu criado Matti

Devido ao enorme êxito da peça O Senhor Puntila e o Seu Criado Matti nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro, foi prolongada a carreira do espectáculo até ao dia 27 de Fevereiro de 2011.

O Senhor Puntila e o Seu Criado Matti, uma das mais brilhantes comédias de Brecht, é um espectáculo que se distingue pelo seu ritmo cómico aliado a uma sagaz crítica social. Em palco estão ainda as relações entre patrões e empregados, interpretadas por Miguel Guilherme (Senhor Puntila) e Sérgio Praia (Criado Matti) apoiados por um grande elenco. A música da peça, interpretada ao vivo, foi composta por Mazgani.

Em anexo seguem algumas imagens de cena do espectáculo. Junto enviamos o link para o vídeo promocional http://www.youtube.com/watch?v=mulgz6SJYVg que poderá visualizar no canal youtube.

Sinopse
A peça O Senhor Puntila e o Seu Criado Matti, escrita em 1940, durante o exílio de Bertolt Brecht na Finlândia, é uma das comédias mais brilhantes deste dramaturgo. Excepcional apreciador da bebida, Puntila sofre de dupla personalidade: quando está sóbrio, é arrogante e egocêntrico, quando está ébrio, é fraternal e compassivo. Oscilando entre ambos os extremos, ele surpreende e confunde tudo e todos, amigos, subordinados e desconhecidos. Esculpida como uma parábola, contendo a riqueza de reflexões maiores sobre o poder, a justiça, a igualdade entre os homens e a dependência, mas também o louvor aos prazeres da vida e à natureza, esta peça encerra um potencial de consciencialização individual e social e uma actualidade histórica que será estimulante descobrir.

04 outubro 2010

Cultura: A Portugueza no Teatro Maria Matos

Na altura em que o país comemora o Centenário da República, o Teatro Maria Matos repõe em cena uma das criações mais singulares do ano passado, uma colaboração entre o grupo de teatro Cão Solteiro e o artista plástico Vasco Araújo, à volta do Hino Nacional. Em A Portugueza são arrumados dentro de uma “caixa preta” os seguintes elementos: um piano, uma masterclass de canto, um pianista, uma professora, um cantor, quatro actores, um Hino Nacional, algumas dissonâncias e uma incerta apoteose filarmónica. No fim, ficam a caixa e o piano. O Cão Solteiro não põe em cena outra coisa além do lugar. “Rien n’aura eu lieu que le lieu”.

sábado 9 Outubro 21h30

Sala principal M/12
12€ <30 anos 6€

21 setembro 2010

Cultura: Apanhados na Rede

Apanhados na Rede é uma comédia a alta velocidade, assinada por Ray Cooney, um dos mais brilhantes dramaturgos ingleses.

Divertida, emocionante e caótica, Apanhados na Rede relata as aventuras de um taxista lisboeta que tem duas casas, duas famílias e duas vidas em lados opostos da cidade. Tudo corre bem até ao dia que os seus dois filhos (um de cada família!) se conhecem e apaixonam via Internet, decidindo encontrar-se. Para evitar o desastre, João, o taxista, acelera a fundo em manobras de diversão que impeçam o namoro...dos seus filhos!

Encenada por António Feio e Fernando Gomes e com interpretação de Claudia Cadima, Eduardo Frazão, João Maria Pinto, Joana Estrela, Jorge Mourato, José Pedro Gomes e Sónia Aragão, Apanhados na Rede é uma comédia de costumes assinada pelo autor de Dois Amores, a peça de sucesso, vista por mais de 85.000 pessoas, que António Feio e José Pedro Gomes estrearam no Teatro Villaret em 2006.

Não perca este espectáculo que promete deixá-lo cansado...de tanto rir!

20 setembro 2010

Cultura: Teatro de rua em Reguengos de Monsaraz

A peça de teatro “Se o mundo fosse bom, o dono morava nele”, do CENDREV – Centro Dramático de Évora, vai ser apresentada na quinta-feira, dia 23 de Setembro, pelas 21h30, na Praça da Liberdade, em Reguengos de Monsaraz. Organizado pelo Município de Reguengos de Monsaraz, este espectáculo de teatro de rua convoca o público a participar, numa fusão de actores, bonecos e músicos, subvertendo as unidades de tempo, lugar e acção, deixando soltar-se a imaginação dos espectadores.

“Se o mundo fosse bom, o dono morava nele” é uma peça escrita a partir de textos de Ariano Suassuna, Januário de Oliveira (Ginu) e Gil Vicente. Ariano Suassuna é uma referência incontornável da dramaturgia brasileira e a sua obra baseia-se nos romances e histórias do nordeste. Quanto à forma e ao tratamento, há uma clara tendência para aproximar a sua obra dos autos de Gil Vicente e do teatro espanhol do século XVII.

O CENDREV diz que “Mestre Ginu foi um exemplo na arte de “brincar” com os bonecos (mamulengos), constituindo-se um desafio que nos transporta para o nosso próprio universo do teatro popular. A experiência desenvolvida na companhia em torno deste género de teatro não terá sido indiferente a este projecto teatral, onde a relação directa com o público e o lugar acontecem”. Já quanto a Mestre Gil, a companhia considera que “como se trata de um espectáculo que também pretende falar do desconcerto do mundo, a sua presença era inevitável para explicar a marcha da sociedade que hoje, tal como ontem, privilegia o material e descura o espiritual”.

“Se o mundo fosse bom, o dono morava nele” é uma peça encenada por José Russo e Maria Marrafa, com cenografia, figurinos e bonecos de Inês de Carvalho. Esta dramaturgia que mergulha no universo popular para falar do desconcerto do mundo vai ser interpretada por Ana Meira, Alvaro Corte Real, André Penas e José Russo.

José Calixto, presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, afirma que “esta aposta num espaço ao ar livre tem como objectivo levar o teatro a todas as pessoas, especialmente às que têm menos apetência em assistir a estas iniciativas culturais”. O autarca refere que “será muito interessante transformar a principal praça da cidade, a Praça da Liberdade, numa sala de teatro ao ar livre com um espectáculo que interage com o público e o cativa durante toda a representação”.

07 setembro 2010

Cultura: Viviscal Patrocina peça As Encalhadas

O Viviscal, suplemento natural que combate a queda e enfraquecimento do cabelo, é o principal patrocinador da comédia musical “As Encalhadas”, peça que vai percorrer o país de norte a sul, e que conta com a interpretação de três grandes nomes do teatro português, Maria João Abreu, Helena Isabel e Rita Salema.

Ao patrocinar esta peça destinada essencialmente ao universo feminino, o Viviscal procura divulgar este problema e incentivar todas as mulheres que sofrem desta patologia a procurarem ajuda sem vergonha ou complexos.

Numa peça representada pelas três actrizes, o tema central gira em torno do mundo feminino e satiriza as angústias e prazeres de mulheres de diferentes classes sociais que em determinada altura das suas vidas se encontram sós, privadas de amor, carinho e sexo.

“A associação do Viviscal a esta peça faz todo o sentido, na medida em que “As Encalhadas” retrata os problemas emocionais e relacionais de 3 mulheres. Sendo o Viviscal um produto essencial para o bem-estar e auto-estima das mulheres que sofrem de enfraquecimento e queda de cabelo, com esta parceria pretendemos contribuir para o alerta das causas deste problema e consequente desmistificação do mesmo, afirma Rita Salema, actriz desta peça e embaixadora da marca. Recorde-se que a actriz viveu na primeira pessoa este problema devido ao stress intenso que sofreu após a morte dos seus dois irmãos mais novos.

A peça chega ao palco do Teatro Villaret em Lisboa no próximo dia 23 de Setembro, de quinta a sábado às 21h30 e domingo às 17h00, e fica em cena até dia 31 de Outubro.

29 agosto 2010

Cultura: Vista Alegre lança peça assinada por Joana Vasconcelos

A Vista Alegre, marca que pertence ao Grupo Visabeira, acaba de lançar uma peça assinada pela artista plástica Joana Vasconcelos, numa edição exclusiva, limitada a 500 exemplares e numerada. Esta é a quarta obra apresentada no âmbito da iniciativa “Artistas Contemporâneos”.

Iniciada em 2008, esta acção prevê a apresentação de duas edições anuais, limitadas e numeradas, concebidas por diversos artistas consagrados ligados às artes plásticas e gráficas, nacionais e internacionais.

A Vista Alegre, marca desde sempre associada à criatividade e à inovação, continua desta forma a promover a arte em porcelana. Depois das peças extraordinárias assinadas por Eduardo Nery, Manuel João Vieira e Pedro Calapez, agora é a vez de Joana Vasconcelos assinar ”La Tache”, uma saladeira Vista Alegre decorada de forma original e divertida.

Com um percurso indissociavelmente ligado à vida cultural portuguesa, a Vista Alegre Atlantis continua a surpreender os seus clientes e o público em geral com um conjunto restrito de obras de arte da autoria de grandes talentos mundiais, como de resto foi fazendo ao longo da sua história. De facto, a marca manteve-se sempre em estreita colaboração com os mais reputados criadores nacionais e internacionais, oriundos de meios tão diversos como as artes plásticas, a arquitectura, o design industrial e o design gráfico, contribuindo para a definição das novas tendências de decoração e para a criação de peças verdadeiramente inesquecíveis e que ainda hoje, são estrelas de alguns leilões de arte e peças raras.

Entre os criadores que têm contribuído para a redefinição do carácter de exclusividade da marca, em consonância com as correntes estéticas contemporâneas, contam-se Jesus Del Pozo, Mikaela Dorfel, Julio Pomar, Álvaro Siza Vieira, Bartek Mejor, Manuel João Vieira, Pedro Calapez, Sam Baron, Eduardo Nery e agora Joana Vasconcelos e Oscar Mariné. Estes e outros nomes são responsáveis por um conjunto valioso de obras que continuarão a contribuir para a vasta lista de prémios nacionais e internacionais que a marca foi ganhando ao longo da sua história.

A Peça

Na melhor peça cai a nódoa…

Manchas de molho, que se assemelham a estranhas línguas coloridas, escorrem no exterior e interior da saladeira La Tache, dando corpo a uma composição que dialoga com as formas, texturas e cores dos alimentos. Oito representações abstractas, aplicadas e contextualizadas na superfície de uma saladeira Vista Alegre, podem transformar-se em manchas de diferentes molhos coloridos, ou assumir-se como divertidas línguas que procuram avidamente as iguarias que a saladeira recebe. Joana Vasconcelos propõe-nos em La Tache uma experiência nos limites da impossibilidade tangível; aquela que habita entre a realidade e a fantasia.

Informações gerais sobre a Peça:
Diâmetro: 31,8cm
Altura: 16,1cm
PVP: 380 €
Edição especial, numerada e limitada a 500 exemplares

27 agosto 2010

Cultura: Guida Maria estreia comédia no Casino Estoril

Com estreia agendada para 8 de Setembro, pelas 22 horas, a comédia “Sexo? Sim, mas com Orgasmo” promete trazer irreverentes momentos de humor ao Auditório do Casino Estoril. Guida Maria é a grande protagonista de uma peça que analisa, sem preconceito, a importância da sexualidade vivida com prazer, sem tabús e em harmonia entre ambos os sexos.

Escrita pelos italianos Franca Rame, uma das principais figuras femininas do teatro italiano e Dario Fo, Prémio Nobel da Literatura, “Sexo? Sim, mas com Orgasmo” desmistifica tabús e alerta para a incapacidade da sociedade e das famílias em dar respostas à curiosidade e ansiedade dos mais jovens.

Composta por vários monólogos, a peça privilegia, em palco, temas como, por exemplo, Adão e Eva, a primeira relação sexual na Terra, O Aborto, A Menstruação, A Virgindade ou Lição de Orgasmo.

Num registo informal, a actriz Guida Maria propõe, ainda, aos espectadores uma reflexão sobre outros problemas reais da sociedade, por vezes sérios, que são poucas vezes debatidos.

A força temática, aliada à pertinência e actualidade do texto, “Sexo? Sim, mas com Orgasmo” convida o público a reflectir e a falar de Sexo de forma divertida, desassombrada e serena.

“Sexo? Sim, mas com Orgasmo” marca o regresso de Guida Maria aos monólogos no Auditório do Casino Estoril. Trata-se de uma experiência, a solo, que proporcionou já à versátil actriz vários êxitos, nomeadamente, quando estreou outras peças no Casino Estoril.

Com interpretação de Guida Maria, “Sexo? Sim, mas com Orgasmo” distingue-se pelo desenho de luz de Paulo Sabino e música de Vítor Milhanas. O texto é de Dario Fo, Franca Rame e Jacopo Fo, enquanto a adaptação da peça é de José Fanha e a tradução de Rosanna Fiorella. Direcção pertence a António Pires com Cassiano Carneiro.

A comédia “Sexo? Sim, mas com Orgasmo” estreia no Auditório do Casino Estoril no próximo dia 8 de Setembro As exibições decorrem de Quarta-Feira a Sábado às 22 horas, e aos Domingos pelas 17 horas.

Preço: Quartas-Feiras, Quintas-Feiras e Domingos
Plateia -18 euros
Cadeiras de Palco - 10 euros

Sextas-Feiras e Sábados
Plateia -20 euros
Cadeiras de Palco - 15 euros

16 junho 2010

Cultura: Em Busca do Barulhinho

UNO sonha…UNO desperta…UNO escuta um barulhinho…que o faz sentir bem…mas,

O barulhinho foge… Hum???

Numa busca do que é bom e daquilo que nos faz sentir bem, UNO parte então numa divertida aventura pelo seu mundo para encontrar o barulhinho…

Será que UNO o vai encontrar?

Bilhete Normal Criança: 1.5€

Acompanhantes: 2.5€

Local: Cineteatro Municipal João Mota em Sesimbra

21 maio 2010

Teatro: Chapitô acolhe "O Naufrágio do Titanic"

A 10 de Abril de 1912 o maior navio transatlântico do Mundo, o Titanic, embateu contra um iceberg, causando a morte, por afogamento, a mil e quintas pessoas.

Desde então, este acontecimento histórico tem fascinado meio mundo, dando origem à publicação de um incontável número de livros, a pelo menos 3 longas-metragens, uma ópera e até a Brodway produziu um musical acerca desta pioneira, mas trágica viagem.

Porque é que este desastre nos fascina tanto? Existirá uma espécie de curiosidade mórbida aliada ao facto de se terem registado tantas mortes? Ou será pelo facto de continuarem a ocorrer catástrofes no mar? (Em 1990, cento e cinquenta e oito pessoas morreram a tentar combater um incêndio no ferryboat Scandinavian Star) Será o Titanic uma prova viva da fragilidade da tecnologia perante o poder da natureza? Ou será que os danos causados por este naufrágio podem ser interpretados como um símbolo da decadência do “class-system”.

Sinopse:
Quer isto dizer que temos história? Se sim……

Representar, a duas mãos, o naufrágio do Titanic é quase como entregar ao desastre uma peça, à semelhança do que aconteceu com o próprio navio. Mas os ingleses sempre se orgulharam das suas desaventuranças, citemos, a exemplo, os episódios da Carga da Brigada Ligeira (1854) ou o histórico episódio de Dunkirk.

“O Naufrágio do Titanic”, da dupla de comediantes ingleses Kesselofski & Fiske, embarca-nos pelos terrores de uma viagem, mas, desta feita, de uma forma razoavelmente mais segura. Por outro lado, promete satisfazer a nossa curiosidade mórbida de como seria se nos afogássemos sem precisarmos de molhar os pés. “O Naufrágio do Titanic” é uma viagem por uma experiência com 46000 toneladas de catástrofe, que promete restringir qualquer um de colocar gelo, nem que seja no whisky.
 
Um espectáculo em cena de 26 a 29 de maio no Chapitô.

26 abril 2010

Teatro: “Requiem por todos os homens"

A Garrigues irá apresentar nos próximos dias 1 e 2 de Maio, no Rivoli Teatro Municipal, na cidade do Porto, a peça de teatro “Requiem por todos os homens”, da autoria de António Garrigues, Presidente da Sociedade de Advogados Garrigues. A obra, cujos valores revertem na totalidade para a CrescerSer, Associação Portuguesa para o Direito de Menores da Família (APDMF), é uma homenagem critica à nova mulher, na óptica do homem em profundo desconcerto.

A par da sua actividade profissional António Garrigues dedica-se, entre outras actividades, ao teatro, à poesia e ao desenho. Fiel defensor do teatro amador, o Presidente da Garrigues, já escreveu mais de 50 peças de teatro que podem inserir-se dentro do movimento chamado “teatro do absurdo”. António Garrigues acredita que “da mesma forma que existe o desporto amador, também deve existir e proliferar a arte amadora a todos os níveis imagináveis e qualquer que seja o seu alcance”.

“Requiem por todos os homens” consiste num poema tragicómico, teatralizável, que conta a história de um homem em cuja memória habitam quatro mulheres de idades distas, que simbolizam as quatro estações da natureza. O espectáculo é encenado por Margarida Fernandes, professora de Teatro no Centro de Formação da Contagiarte e encenadora da peça “A Casa de Bernarda Alba” de Frederico García Lorca. Do elenco fazem parte os actores Ana Nabais, Margarida Miranda, Soraia Garrido, Dulce Fernandes e Filipe Machado e Costa. Os dois últimos integram a equipa Garrigues, na cidade do Porto. Os figurinos foram concebidos por Vítor Alves da Silva e o Design e Operação de Luz e Som estão a cargo de Romeu Guimarães e Filipe Ribeiro, respectivamente.

A peça estará em cena no Rivoli Teatro Municipal, no Porto, no dia 1 de Maio às 21h30m e dia 2 de Maio às 17h30m. Os bilhetes têm um custo de 15€, cuja totalidade das receitas reverterão a favor da Associação CrescerSER.

Esta iniciativa da Sociedade de Advogados Garrigues, conta, ainda, com o patrocínio da Cin e do Finibanco e com os apoios da Câmara Municipal do Porto e da Companhia de Teatro Erva Daninha.

23 abril 2010

Teatro: Mais Respeito Que Sou Tua Mãe

Em cena no auditório do Casino Estoril, Mais Respeito Que Sou Tua Mãe tem sido um sucesso! Joaquim Monchique, Fernando Gomes, Luís Mascarenhas, Tiago Aldeia, Ana Rita Tristão e Emanuel Santos são uma perfeita família disfuncional, numa peça vibrante e cheia de energia.

"Uma peça simplesmente deliciosa, de bons e mais costumes, adaptada para a vida portuguesa, e do original argentino do escritor e jornalista Hernán Casciari.", TV Guia

"Será possível manter o humor e boa disposição quando se descobre que a filha conhece mais posições sexuais que a mãe, ou é notificada a dar conta que o sogro foi preso por posse ilícita de marijuana ou o filho mais velho tanto acorda a afirmar-se homossexual, como no minuto a seguir já diz que não é? Esmeralda é capaz disso.", Jornal da Região

"(Joaquim Monchique) adapta, dirige e interpreta com genialidade, numa crítica aos bons e maus costumes da sociedade nacional.", Correio da Manhã

14 abril 2010

Religião: Peças religiosas apresentadas no Infante Sagres

O Hotel Infante Sagres em parceria com a Sojormedia irá acolher no próximo dia 14 de Abril a Campanha “Vamos Vestir Portugal de Alegria”. Criada no âmbito da visita de Sua Santidade o Papa Bento XVI ao nosso país, esta campanha visa harmonizar todos os portugueses. O “Estandarte da Paz”, criado pelo artística plástico Albuquerque Mendes, que assinará as peças aos convidados presentes, é a imagem que simboliza a iniciativa e que se pretende presente em todas as ruas e varandas do país, aquando da visita do Papa, saudando a união e a paz entre os povos. Além deste novo ícone da Paz, serão, também, apresentadas as restantes obras oficiais. As varandas do pátio do Hotel Infante Sagres dão o mote à acção e serão, aquando da apresentação, cobertas pelo “Estandarte da Paz”.

A campanha “Vamos Vestir Portugal de Alegria” e a imagem que a simboliza, têm como missão unir todos os portugueses, independentemente das suas crenças, em torno da mensagem de Paz que o Papa Bento XVI virá trazer ao nosso país. A decoração de janelas e varandas é uma tradição portuguesa que, com esta visita do Papa, irá ganhar uma nova dimensão.

Além do “Estandarte da Paz”, a campanha conta com mais duas obras oficiais, também elas criadas por Albuquerque Mendes - o “Lenço do Peregrino” e a Medalha “Amanhecer” - que pretendem criar uma imagem gráfica que apele ao subconsciente colectivo, unindo os portugueses e todos os Peregrinos em torno da Paz e da Alegria. Este colecção de obras oficiais teve início com a criação da medalha “Amanhecer”, que resultou da inspiração do artista a propósito da visita de Bento XVI. Ao partilhar a sua criação com D. Carlos Azevedo, Coordenador da Comissão Organizadora da Visita, esta foi bastante bem recebida pela ligação que espelha entre a Religião Católica e a estética contemporânea do artista. Posteriormente, Albuquerque Mendes criou as outras duas peças.

Milhares de exemplares destas peças já se encontram em distribuição por todo o país e vão estar à venda em quiosques, tabacarias e livrarias, entre outros locais. A maioria das paróquias de Portugal irão, também, ter estes produtos disponíveis.

11 abril 2010

Teatro: Mais Respeito Que Sou Tua Mãe

O Auditório do Casino Estoril esgotou para a estreia da comédia “Mais Respeito Que Sou Tua Mãe”. Ao longo de uma hora e meia, o público divertiu-se com a história da vida de Esmeralda Bartolomeu, residente com a sua família na Baixa da Banheira. Encenador e actor principal, Joaquim Monchique iniciou, assim, um ciclo de actuações que se renova com diferentes motivos de humor no Auditório do Casino Estoril.

Com um cenário apropriado, “Mais Respeito Que Sou Tua Mãe” desvenda a história de uma família portuguesa disfuncional, de classe média baixa, moradora na Baixa-da-Banheira, em plena crise económica.

Joaquim Monchique personifica Esmeralda Bartolomeu, uma dona-de-casa de cinquenta anos, mãe de família que se depara com questões que ensombram a sua relação não só com os filhos, Ana Rita Tristão e Tiago Aldeia, mas, igualmente, com o marido, Luís Mascarenhas.

Com encenação, adaptação e cenografia de Joaquim Monchique, a peça “Mais Respeito Que Sou Tua Mãe” distingue-se pelos figurinos de Dino Alves, desenho de luz de Paulo Sabino e assistência de encenação de Rui Filipe Lopes. O texto é do argentino Hernân Casciari.

A comédia “Mais Respeito Que Sou Tua Mãe” está em exibição no Auditório do Casino Estoril. As exibições decorrem de Terças-Feiras a Sábados às 22 horas, e aos Domingos pelas 17 horas.

Bilhetes à venda:
Casino Estoril, Lojas FNAC, Worten, El Corte Inglès, C.C. Dolce Vita, Megarede e www.ticketline.sapo.pt. Informações e reservas através do telefone: 707 234 234
Preço: De Terças a Quintas-Feiras e Domingos: 20 euros
Sextas-Feiras e Sábados: 22 euros

09 abril 2010

Teatro: CAIS apoia peça de cariz social

A Associação CAIS associa-se ao grupo de teatro “O Nariz” na apresentação da peça “Sopa de Massa, que retrata um dia da vida de um sem-abrigo e a sua busca pela regeneração e integração social, a 8 e 9 de Abril, às 21h30, no Instituto Franco-Português.

O espectáculo é uma crítica feroz à forma como a sociedade se divide em estratos, o que dificulta a forma como os indivíduos podem participar e usufruir dela. Da autoria de Constantino Mendes Alves, encenada e interpretada por Pedro Oliveira, com Gonçalo Pereira, a peça estreou no dia 23 de Junho de 2009, em Leiria.

A CAIS, que tem como missão contribuir para o melhoramento global das condições de vida de pessoas sem casa/lar, social e economicamente vulneráveis, em situação de privação, exclusão e risco, vai levar os seus utentes a assistir a esta peça. A associação está, assim, a cumprir os seus objectivos de valorizar os beneficiários (utentes) do sistema social enquanto elementos críticos e activos, e de desenvolver e implementar estratégias de intervenção social adequadas às necessidades das populações-alvo.

Teatro: As Histórias de Amélia

As Histórias de Amélia
O mundo é um sítio muito cheio - Criações sobre a abundância

quinta 15 e sexta 16 Abril 10h00
sábado 17 Abril 11h00 e 16h00

Palco da sala principal e Sala de ensaios

A partir dos 6 anos

Criança 2,5€
Adulto 5€

Em "O mundo é um sítio muito cheio", as crianças têm a oportunidade de explorar novos conceitos e formas artísticas no espaço do corpo de Amélia, parte no espectáculo, parte na oficina.

A história da Amélia é a estrutura do espect áculo, que depois é recriado pela presença e participação do próprio público. A temática tem como centro a ideia de Corpo-Casa: o olhar é atraído para um corpo que conta a história. Nele, os elementos cénicos convergem, num condensado de referentes, sinais, imagens. Numa dimensão de fuga, o ambiente sonoro conduz, cruza e confronta a narrativa. A partir de conceitos como a Abundância, o Excesso, a plasticidade do Corpo, do Som e do Espaço, a história da Amélia é o guião do espectáculo, onde as artes participam de forma integrada e onde o público é sempre criador e intérprete.

concepção e direcção do projecto Alberta Lemos e Inês de Carvalho
interpretação Alberta Lemos
música/ambientes sonoros Carlos Guerreiro
voz convidada no “tema da Amélia” Francisca Cortesão
espaço cénico/figurinos Inês de Carvalho
apoio à construção cenográfica Teresa Negrão
ateliers de criação drama e exploração sonora Alberta Lemos
at eliers de criação plástica e construção de elementos cénicos Inês de Carvalho
co-produção Alberta Lemos, Inês de Carvalho e O Espaço do Tempo