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03 novembro 2010

Cultura: Young-Choon Park em concerto no Museu do Oriente

A pianista sul-coreana Young-Choon Park apresenta-se em concerto, no Museu do Oriente, a 13 de Novembro, quarta-feira, pelas 21h30, trazendo na bagagem sons de Mozart, Beethoven e Chopin.

Habituada aos palcos do mundo, a pianista prodígio iniciou os estudos de piano aos quatro anos e deu o seu primeiro recital com apenas sete. Aos nove executou, com a Orquestra Sinfónica de Seul o Concerto para piano nº1 de Beethoven.

Depois de ter prosseguido os estudos avançados na prestigiada Juilliard School, em Nova Iorque, e na Hochschule, em Munique, a pianista sul-coreana tem vindo a percorrer as principais cidades da Europa, fazendo-se acompanhar por grandes orquestras.

Concerto
Young-Choon Park
13 Novembro
21h30
Auditório
Público-alvo: M/3
Duração: 90 min., com intervalo

14 outubro 2010

Música: Concerto Vasco Barbosa

Terá lugar na sexta-feira 22 de Outubro, às 21h00, no Salão Nobre do São Carlos, um concerto de entrada livre por ocasião dos 80 anos do violinista português Vasco Barbosa.

Nome ilustre no panorama concertístico internacional, Vasco Barbosa destacou-se em inúmeros concertos pelo país e pelo estrangeiro enquanto “concertino principal” e depois como “concertino honorário”, até Janeiro de 2003, da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Entre os vários galardões com que foi homenageado, destaque para o Prémio Guilhermina Suggia, Óscar de Imprensa de 1962, Prémio Moreira de Sá e para o Prémio Secretaria de Estado (1972). Recebeu também a condecoração da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada e o Prémio Almada.

Este concerto, dirigido por Martin André, será interpretado por vários elementos da Orquestra Sinfónica Portuguesa para além do Quarteto Atalaya e seguirá o seguinte programa:

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Quarteto nº4 para cordas, em Dó menor, op.18
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Concerto para violino, em Mi Maior, BWV 1042

A entrada para este concerto é livre, com levantamento prévio de bilhetes no próprio dia a partir das 13h00 no bilheteira do São Carlos, sujeito à lotação da sala (100 lugares).

23 março 2010

Espectáculo: The Opera Show no Casino de Lisboa

Com um cartaz sempre inovador, o Casino Lisboa estreia o espectáculo “The Opera Show”, no próximo dia 6 de Abril, pelas 21 e 30. Trata-se de outro inédito ciclo de exibições que se prolonga, até dia 17, no espaço cénico do Auditório dos Oceanos.

“The Opera Show” define-se como um espectáculo exuberante, surpreendente e evocativo, onde reconhecidas árias de ópera são recriadas numa nova paisagem visual, enriquecidas pela teatralidade de originais coreografias.

A crítica especializada rendeu-se já à composição colorida dos cenários, bem como ao arrojo do guarda-roupa e da caracterização. Dividido em três actos, “The Opera Show” propõe uma viagem a diferentes épocas musicais.

Num arrojado ciclo de exibições, “The Opera Show” propõe uma viajem a partir do glamour dos aristocráticos palácios italianos até ao ambiente pós-guerra da década de 40, culminando na loucura do rock'n'roll. Bach, Beethoven, Mozart, Dvorak e Puccini como nunca (ou)viu.

O Casino Lisboa convida, assim, o público a acompanhar um elenco de obras bem conhecidas, entre as quais se destacam:

Papageno, Papagena - Flauta Mágica (1791), Mozart
Lascia Chio Pianga - Rinaldo (1711), Handel
Ah! Je Veux Vivre - Romeu e Julieta (1867), Gounod
Largo Al Factotum - Barbeiro de Sevilha (1816), Rossini
Dido?s Lament - Dido e Aeneas (1689), Purcell
O Sole Mio - Canção Napolitana (1898)

O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa acolhe “The Opera Show”, de 6 a 17 de Abril. Os espectáculos decorrem de Terça-Feira a Sábado, às 21 e 30. Aos Sábados e Domingos estão agendadas matinées, a partir das 17 horas.

Bilhetes à venda:
Casino Lisboa, Lojas FNAC, Worten, El Corte Inglès, C.C. Dolce Vita, Agência Abreu, Megarede e em www.ticketline.sapo.pt
Informações e reservas através do telefone: 707 234 234
Preço dos bilhetes: 30€ e 35€.

02 março 2010

Música: Solistas da Metropolitana revisitam Mozart em oboé e cordas

Os Solistas da Metropolitana de Lisboa apresentam um concerto, interpretado em oboé e cordas, que revisita um quarteto de Mozart e obras dos compositores Jean Françaix e Benjamin Britten, no dia 12 de Março, às 21h30, no Museu do Oriente.

O Quarteto para Oboé e Trio de Cordas de Mozart desafia a graciosidade do oboé, a par de instrumentos como o violino, a viola e o violoncelo. Viaja-se depois dois séculos, para escutar as sonoridades, próximas do jazz, de um quarteto datado de 1971, da autoria de Jean Françaix, compositor francês cuja obra ecoa o espírito da Cidade das Luzes.

O espectáculo segue com uma das primeiras composições do britânico Benjamin Britten, Phantasy, um quarteto para oboé, violino, viola e violoncelo, considerado uma referência nesta formação.

O público tem, assim, a oportunidade de ficar a conhecer melhor dois instrumentos muito especiais, o oboé e o corne inglês, ambos de proveniência oriental. Os dois instrumentos têm um som anasalado e penetrante, que consegue expressar registos diversos, como a comicidade ou o êxtase.

Auditório – Museu do Oriente
Duração aprox.: 45 minutos
M/ 3
Preço: € 10,00 (desconto de 50% a estudantes e maiores de 65 anos)

23 janeiro 2010

Música: Orquestra Metropolitana de Lisboa no Museu do Oriente


Os solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa apresentam um concerto de câmara dedicado a Mozart e Beethoven, no dia 29 de Janeiro, às 21h30, no Auditório do Museu do Oriente.



Liderados pelo violinista Augustin Dumay, os músicos testam a destreza de dois compositores clássicos, como artífices da arte dos sons, mais do que como inventores de efeitos de grande aparato. Os ritmos, as harmonias e as melodias de cada um dos instrumentos, e todos os elementos musicais, tornam-se protagonistas neste repertório.


O Quinteto para Cordas em Sol menor, da autoria de Mozart, é interpretado por dois violinos, duas violas e um violoncelo. Trata-se de quatro andamentos tão intensos que permitem, por vezes, lembrar uma verdadeira sinfonia.


Já no trio de Beethoven, Trio de Cordas em Dó menor, Op. 9, n.º 3, para violino, viola e violoncelo, apresentam-se ambivalências plenas de contraste e dinamismo, numa obra de juventude dominada pela força e irreverência rítmica.


A música de câmara, escrita para pequenos agrupamentos de cordas, ocupa um lugar muito especial nos catálogos dos compositores clássicos, uma vez que se trata de instrumentos com uma sonoridade cristalina que, sobretudo se expostos isoladamente, fazem ouvir todos os detalhes.

19 janeiro 2010

Música: Mozart e Schubert inspiram Orquestra Metropolitana de Lisboa


Os solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa, liderados pelo violinista Augustin Dumay, apresentam um concerto de música de câmara, dedicado a Mozart e Schubert, no dia 29 de Janeiro, às 21h30, no Auditório do Museu do Oriente.



Os músicos testam a destreza de dois compositores clássicos, não enquanto inventores de efeitos de grande aparato, mas como artífices da arte dos sons. Os ritmos, as harmonias e as melodias de cada um dos instrumentos, e todos os elementos musicais, tornam-se protagonistas neste repertório.


O Quinteto para Cordas em Sol menor, da autoria de Mozart, é interpretado por dois violinos, duas violas e um violoncelo. Trata-se de quatro andamentos tão intensos que permitem, por vezes, lembrar uma verdadeira sinfonia.


Já no Trio para Cordas em Si bemol maior, de Schubert, para violino, viola e violoncelo, vislumbra-se o lirismo de um jovem que, com apenas 20 anos, havia assinado centenas de canções, cinco sinfonias e quatro missas.


A música de câmara, escrita para pequenos agrupamentos de cordas, ocupa um lugar muito especial nos catálogos dos compositores clássicos, uma vez que se trata de instrumentos com uma sonoridade cristalina que, sobretudo se expostos isoladamente, fazem ouvir todos os detalhes.

30 novembro 2009

Musica: Museu do Oriente celebra efemérides de grandes compositores


Um programa dedicado a três compositores, Haydn, Mendelssohn e Martinu, distantes no tempo e no estilo, mas que coincidem, em 2009, as suas efemérides, é a sugestão da Orquestra Metropolitana de Lisboa para o concerto de dia 4 de Dezembro, às 21h30, no Museu do Oriente.



No espectáculo evocam-se as três grandes figuras da cultura e das artes através de obras caracterizadoras dos seus estilos. Em Mar Calmo e Viagem Próspera, Mendelssohn recria-se, por entre os versos de Goethe, para retratar musicalmente uma travessia marítima. Nas Noites Mágicas, de Martinu, a voz de soprano imerge num universo impressionista com recurso a três versos de poetas chineses. Já na Sinfonia N.º 103, o inesperado protagonismo que os tímpanos assumem, no início, fá-la ser conhecida pel’O Rufo do Tímpano, considerada uma das mais belas sinfonias de Haydn.


O compositor austríaco Joseph Haydn foi um dos primeiros cujo legado artístico manteve viva a presença nas salas de concerto. Por sua vez, Mendelssohn será o compositor romântico, da primeira metade de oitocentos, cuja música é mais consensualmente apreciada, merecendo, desde há duzentos anos, o reconhecimento generalizado dos melómanos.


Ao invés, Bohuslav Martinu é um dos compositores do século XX que têm sido injustamente relegados para um segundo plano da História da Música. Foi, todavia, um compositor que, sem prejuízo de uma genuína criatividade, soube fundir nas suas obras uma grande erudição, denotando profundo conhecimento da música de Bach e Mozart.