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26 abril 2010

Música: Quinta Sinfonia de Beethoven com a Orquestra Metropolitana de Lisboa

A Quinta Sinfonia, da autoria do compositor alemão Ludwig Van Beethoven, considerada um monumento da criação artística, é interpretada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa num concerto que se realiza no dia 30 de Abril, às 21h30, no Auditório do Museu do Oriente.

Reputado pelo tipo de propostas musicais e pelas formações internacionais que já dirigiu, Michael Zilm volta aos palcos portugueses, transportando os espectadores pelos quatro movimentos que constituem esta sinfonia, a primeira do autor composta em tonalidade menor.

Os quatro movimentos estabelecem, entre si, uma homogeneidade orquestral apesar da alternância de ambientes que marca esta grande obra. O primeiro revela uma grande tensão, com um naipe de cordas a atingir momentos de dramatismo extremo. O segundo andamento apresenta a solenidade de uma marcha fúnebre, que se eleva pela sua emoção e beleza. No terceiro andamento, o regresso a uma atmosfera de crispação que se resolve, finalmente, no tom triunfal do quarto andamento.

Na primeira parte deste concerto, o público tem a oportunidade de ver e ouvir um dos mais talentosos jovens músicos portugueses da actualidade, o violetista Jano Lisboa, a interpretar um concerto para violeta e orquestra da autoria do compositor alemão Paul Hindemith. Jano Lisboa formou-se na Academia Superior da Metropolitana e integra, actualmente, a Orquestra de Câmara de Munique.

02 março 2010

Música: Solistas da Metropolitana revisitam Mozart em oboé e cordas

Os Solistas da Metropolitana de Lisboa apresentam um concerto, interpretado em oboé e cordas, que revisita um quarteto de Mozart e obras dos compositores Jean Françaix e Benjamin Britten, no dia 12 de Março, às 21h30, no Museu do Oriente.

O Quarteto para Oboé e Trio de Cordas de Mozart desafia a graciosidade do oboé, a par de instrumentos como o violino, a viola e o violoncelo. Viaja-se depois dois séculos, para escutar as sonoridades, próximas do jazz, de um quarteto datado de 1971, da autoria de Jean Françaix, compositor francês cuja obra ecoa o espírito da Cidade das Luzes.

O espectáculo segue com uma das primeiras composições do britânico Benjamin Britten, Phantasy, um quarteto para oboé, violino, viola e violoncelo, considerado uma referência nesta formação.

O público tem, assim, a oportunidade de ficar a conhecer melhor dois instrumentos muito especiais, o oboé e o corne inglês, ambos de proveniência oriental. Os dois instrumentos têm um som anasalado e penetrante, que consegue expressar registos diversos, como a comicidade ou o êxtase.

Auditório – Museu do Oriente
Duração aprox.: 45 minutos
M/ 3
Preço: € 10,00 (desconto de 50% a estudantes e maiores de 65 anos)

18 fevereiro 2010

Música: Metropolitana interpreta Stravinsky no Museu do Oriente

A Metropolitana apresenta A história do soldado, uma das obras emblemáticas do compositor Igor Stravinsky, no dia 26 de Fevereiro, às 21h30, no Auditório do Museu do Oriente.

Trata-se de uma partitura para sete instrumentos que se desenvolve numa dimensão cénica, ao fazer-se acompanhar por uma história para ser lida, interpretada ou dançada. Esta produção inédita faz viver a música de Stravinsky com uma encenação, em estreia absoluta, de João Pedro Vaz e direcção de Cesário Costa.

Stravinsky concebeu esta opereta itinerante em 1918, durante a guerra, dando voz a um soldado que abandona a frente de combate e inicia o regresso a casa com o seu velho violino. A viagem revela um universo fantasioso em que têm lugar um amor desfeito, um diabo, uma princesa, toda a magia da música e o triunfo da traição.

Nascido em 1882, o compositor russo Igor Stravinsky teve um início de carreira marcado pelo vigor da música tradicional russa e pelas referências estéticas do primitivismo na arte. Depois, assumiu a vanguarda do neoclassicismo, tendo A história do soldado sido a primeira obra a ser escrita no quadro dessa nova disposição criativa.

As conquistas da obra de Stravinsky deram-se no campo do ritmo, da harmonia e da orquestração. O seu trabalho teve um enorme impacto revolucionário na sensibilidade musical, antes e depois da Primeira Guerra Mundial e, as suas composições permanecem como um critério de modernismo.

23 janeiro 2010

Música: Orquestra Metropolitana de Lisboa no Museu do Oriente


Os solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa apresentam um concerto de câmara dedicado a Mozart e Beethoven, no dia 29 de Janeiro, às 21h30, no Auditório do Museu do Oriente.



Liderados pelo violinista Augustin Dumay, os músicos testam a destreza de dois compositores clássicos, como artífices da arte dos sons, mais do que como inventores de efeitos de grande aparato. Os ritmos, as harmonias e as melodias de cada um dos instrumentos, e todos os elementos musicais, tornam-se protagonistas neste repertório.


O Quinteto para Cordas em Sol menor, da autoria de Mozart, é interpretado por dois violinos, duas violas e um violoncelo. Trata-se de quatro andamentos tão intensos que permitem, por vezes, lembrar uma verdadeira sinfonia.


Já no trio de Beethoven, Trio de Cordas em Dó menor, Op. 9, n.º 3, para violino, viola e violoncelo, apresentam-se ambivalências plenas de contraste e dinamismo, numa obra de juventude dominada pela força e irreverência rítmica.


A música de câmara, escrita para pequenos agrupamentos de cordas, ocupa um lugar muito especial nos catálogos dos compositores clássicos, uma vez que se trata de instrumentos com uma sonoridade cristalina que, sobretudo se expostos isoladamente, fazem ouvir todos os detalhes.

19 janeiro 2010

Música: Mozart e Schubert inspiram Orquestra Metropolitana de Lisboa


Os solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa, liderados pelo violinista Augustin Dumay, apresentam um concerto de música de câmara, dedicado a Mozart e Schubert, no dia 29 de Janeiro, às 21h30, no Auditório do Museu do Oriente.



Os músicos testam a destreza de dois compositores clássicos, não enquanto inventores de efeitos de grande aparato, mas como artífices da arte dos sons. Os ritmos, as harmonias e as melodias de cada um dos instrumentos, e todos os elementos musicais, tornam-se protagonistas neste repertório.


O Quinteto para Cordas em Sol menor, da autoria de Mozart, é interpretado por dois violinos, duas violas e um violoncelo. Trata-se de quatro andamentos tão intensos que permitem, por vezes, lembrar uma verdadeira sinfonia.


Já no Trio para Cordas em Si bemol maior, de Schubert, para violino, viola e violoncelo, vislumbra-se o lirismo de um jovem que, com apenas 20 anos, havia assinado centenas de canções, cinco sinfonias e quatro missas.


A música de câmara, escrita para pequenos agrupamentos de cordas, ocupa um lugar muito especial nos catálogos dos compositores clássicos, uma vez que se trata de instrumentos com uma sonoridade cristalina que, sobretudo se expostos isoladamente, fazem ouvir todos os detalhes.

03 dezembro 2009

Musica: Orquestra Metropolitana de Lisboa


A Orquestra Metropolitana de Lisboa vai dar um espectáculo no Centro Cultural Olga Cadaval no próximo dia 5 de Dezembro.

Veja mais na imagem ao lado.

30 novembro 2009

Musica: Museu do Oriente celebra efemérides de grandes compositores


Um programa dedicado a três compositores, Haydn, Mendelssohn e Martinu, distantes no tempo e no estilo, mas que coincidem, em 2009, as suas efemérides, é a sugestão da Orquestra Metropolitana de Lisboa para o concerto de dia 4 de Dezembro, às 21h30, no Museu do Oriente.



No espectáculo evocam-se as três grandes figuras da cultura e das artes através de obras caracterizadoras dos seus estilos. Em Mar Calmo e Viagem Próspera, Mendelssohn recria-se, por entre os versos de Goethe, para retratar musicalmente uma travessia marítima. Nas Noites Mágicas, de Martinu, a voz de soprano imerge num universo impressionista com recurso a três versos de poetas chineses. Já na Sinfonia N.º 103, o inesperado protagonismo que os tímpanos assumem, no início, fá-la ser conhecida pel’O Rufo do Tímpano, considerada uma das mais belas sinfonias de Haydn.


O compositor austríaco Joseph Haydn foi um dos primeiros cujo legado artístico manteve viva a presença nas salas de concerto. Por sua vez, Mendelssohn será o compositor romântico, da primeira metade de oitocentos, cuja música é mais consensualmente apreciada, merecendo, desde há duzentos anos, o reconhecimento generalizado dos melómanos.


Ao invés, Bohuslav Martinu é um dos compositores do século XX que têm sido injustamente relegados para um segundo plano da História da Música. Foi, todavia, um compositor que, sem prejuízo de uma genuína criatividade, soube fundir nas suas obras uma grande erudição, denotando profundo conhecimento da música de Bach e Mozart.

17 novembro 2009

Concerto: Quarteto de cordas da Orquestra Metropolitana de Lisboa no Museu do Oriente


O quarteto de cordas da Orquestra Metropolitana de Lisboa apresenta-se no Museu do Oriente para um concerto dedicado a compositores contemporâneos, como Joaquín Turina, Samuel Barber, Max Reger e Paul Hindemith, no dia 20 de Novembro, às 21h30.



Do programa consta a interpretação de temas como Oração do Toureiro, do compositor espanhol Joaquín Turina, que dedicou grande parte do seu catálogo à música de câmara.


Samuel Barber, compositor do célebre Adagio para Cordas, escreveu a Serenata, Op. 1, a segunda música interpretada pelos músicos da Orquestra Metropolitana de Lisboa neste concerto. A peça demonstra o intenso lirismo que caracteriza a sua escrita, num estilo neo-romântico a que poucos ficam indiferentes.


O programa prossegue com um trio, da autoria de Max Reger, no qual, curiosamente, não se reflectem os excessos que tornaram famosa a personalidade do compositor alemão, com uma obra clássica na sua matriz.


Já as peças de Paul Hindemith são, originalmente, um exercício destinado a introduzir os alunos do Conservatório de Berlim na interpretação de música contemporânea.
 
Fruto de uma parceria com a Fundação Oriente, a Orquestra Metropolitana de Lisboa apresenta-se, em concertos mensais sob diversas formações, no Auditório do Museu do Oriente, até ao Verão de 2010.



Solistas da Metropolitana – Quarteto de Cordas
20 de Novembro
21h30
Auditório – Museu do Oriente
M/3
Duração aprox: 60 minutos, sem intervalo
Preço: € 10,00

22 outubro 2009

Musica: Concertos Barrocos revisitados no Museu do Oriente


Vivaldi, Pergolesi e Handel, são os compositores em destaque no espectáculo que os Solistas da Metropolitana apresentam no Museu do Oriente, a 23 de Outubro, às 21h30, numa revisita aos concertos barrocos, típicos da primeira metade do século XVIII.


Plena de contrastes, a música barroca caracteriza-se por efeitos expressivos que vão desde a alegria fulgurante à mais intensa comoção, com especial ênfase na profusão dos recursos instrumentais.

Nos concertos barrocos, era usual que um grupo constituído por instrumentos de cordas se opusesse a um instrumento solista, estabelecendo diálogos “combativos” alternados com momentos em que todas as partes se uniam em apoteose.

Neste programa, músicos da Orquestra Metropolitana de Lisboa juntam-se num agrupamento de dimensão semelhante ao que se praticava na primeira metade do século XVIII, para interpretar algumas composições que correspondem ao auge deste género.

Este é o primeiro de uma série de concertos, que se realizam mensalmente até ao Verão de 2010, no âmbito de uma parceria entre o Museu do Oriente e a Orquestra Metropolitana de Lisboa.


Concertos Barrocos

23 de Outubro
21h30
Auditório – Museu do Oriente
M/3
Duração aprox: 60 minutos, sem intervalo
Preço: € 10,00
Co-produção: Fundação Oriente/Orquestra Metropolitana de Lisboa

08 setembro 2009

Orquestra Metropolitana de Lisboa no Centro Cultural Olga Cadaval



O Centro Cultural Olga Cadaval desvendou mais dois dos seus espectáculos de Setembro.


Desta feita a Orquestra Metropolitana de Lisboa irá actuar no C.C.O.C. no dia 11 de Setembro pelas 22h.


Clique nao imagem ao lado para ver mais informações.


Um espectáculo imperdível!