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26 outubro 2010

Cultura: Crianças desvendam mistérios do Oriente

A pensar na diversão dos mais novos, o Museu do Oriente apresenta um programa especial para as férias de Natal, com as oficinas “O talismã desaparecido” e “Ópera chinesa – 10 anos num minuto” que, a partir das colecções deste espaço museológico, levam os pequenos participantes a desvendar os mistérios das diferentes culturas orientais.

Perceber como os objectos ganham um significado especial entre os diversos povos do Oriente é a finalidade da oficina “O Talismã Desaparecido”, que decorre entre 20 e 22 de Dezembro. Através de incursões “detectivescas” pelo museu, os mais novos são desafiados a encontrar um amuleto da sorte, misteriosamente desaparecido, e descobrir qual o seu poder mágico.

De 27 a 29 de Dezembro, a viagem imaginária parte em direcção à China, com a oficina “Ópera Chinesa - 10 anos num minuto”. A aventura leva os pequenos participantes a desvendarem os detalhes que compõem a ópera chinesa – da música à literatura, passando pelas acrobacias e pelas fascinantes pinturas faciais, cujas cores e traços simbolizam o perfil da personagem em palco.

As oficinas requerem marcação prévia e podem incluir almoço. O público-alvo destas actividades são crianças com idades entre os 7 e 12 anos.

Férias de Natal - Oficinas de Longa Duração
Oficina “O Talismã Desaparecido”20 a 22 Dezembro
Sala do Serviço Educativo
10h00 – 13h00 e 14h30 – 18h00
20€ /dia
60€/3 dias
6,33€/almoço/dia (opcional)
Participantes: mín.4 - máx.15
Necessária marcação até 13 Dezembro
Possibilidade de receber as crianças a partir das 9.30 mediante marcação

Oficina “Ópera Chinesa - 10 anos num minuto”27 a 29 Dezembro
Sala do Serviço Educativo
9h30 – 13h00 e 14h30 – 18h00
20€/dia
60€/3 dias
6,33€/almoço/dia (opcional)
Participantes: mín.4 - máx.15
Necessária marcação até 20 Dezembro
Possibilidade de receber as crianças a partir das 9.30 mediante marcação

27 setembro 2010

Cultura: Confúcio e Budismo em estudo Museu do Oriente

A importância do pensamento de Confúcio no desvendar da língua chinesa e a verdadeira essência do budismo Zen estão em destaque no Museu do Oriente que, no dia 9 de Outubro, dá início a dois cursos de longa duração dedicados a estas temáticas.

De 9 de Outubro a 27 de Novembro, “Introdução à Filosofia Chinesa: O Pensamento de Confúcio” pretende despertar o interesse para a aprendizagem da língua chinesa, utilizando, de forma inovadora, a literatura clássica.

O curso, dividido em oito sessões (todas ao sábado), tem como ponto de partida os Analectos, de Confúcio, base para o estudo de conceitos e frases paradigmáticas.

A partir desta obra, o objectivo é desvendar, aos olhos dos ocidentais, a estrutura da língua chinesa, os seus misteriosos caracteres – com diferentes significados na língua antiga e moderna – e sua complexa gramática.

De 9 de Outubro a 20 de Novembro, o Museu do Oriente apresenta o seminário de introdução ao Budismo Zen; uma formação dividida em quatro sessões (todas ao sábado), que pretende fazer uma aproximação ao verdadeiro Zen, desvirtuado nos últimos anos para melhor seduzir praticantes.

Yves Shoshin Crettaz, monge responsável do dojo zen de Lisboa e coordenador do seminário, leva os participantes a mergulharem nas raízes no Budismo indiano e no Taoísmo chinês.

O curso segue pelo estudo dos ensinamentos do Buda Shakyamuni, passa pela eclosão do zen na China do século VI e pela sua ascensão no Japão do século XIII, terminando na actual Europa onde, desde há 50 anos, o zen atrai cada vez mais pessoas, desejosas de viver plenamente o presente.

25 janeiro 2010

Workshop: Museu do Oriente ensina caligrafia chinesa


Conhecer as técnicas básicas do uso do pincel e da tinta e compreender a evolução e os encantos de uma arte milenar, são os objectivos do curso de caligrafia chinesa que o Museu do Oriente organiza no mês de Fevereiro.



Durante quatro sessões, os participantes têm a oportunidade de observar obras de antigos calígrafos e aprender como a perfeição dos traços e a correspondência entre os elementos de um caractere provocam sensações estéticas. O curso exemplifica como se consegue o equilíbrio e a simetria da distribuição da estrutura dos caracteres, e o contraste entre os vários factores da composição – em que se misturam o conceito, o pensamento, o espírito, e o estilo do próprio calígrafo.


Ao longo dos cinco mil anos de História da civilização chinesa, a escrita tornou-se uma arte singular devido às características pictográficas que apresenta. Tradicionalmente, os caracteres são escritos com instrumentos e material de escrita específicos, como o pincel e a tinta chinesa, num papel fabricado com raízes de certas árvores – bambu, palha de arroz e até fibras de seda e de algodão.