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28 outubro 2010

Workshop: Aprender Stand Up Comedy no Chapitô

O Chapitô informa que encontram-se abertas as inscrições para o Curso de Fim de Tarde em Comédia.

Projecto de formação em “Stand Up Comedy”, esta nova oferta permite aos formandos fazer a ponte entre um curso de fim de tarde em Comédia e, uma vez por mês, uma mostra e apresentação dos próprios trabalhos, a ter lugar no Bartô do Chapitô.

Este curso tem a duração de um ano lectivo e culminam com uma apresentação pública, a decorrer no Chapitô no final do mês de Julho de 2011.

Comédia
2.ªf e 4.ªf
19.00H às 21.00H
Formador: Manuel Marques
Inscrições: 20€
Mensalidade: 40€

12 outubro 2010

Cultura: Caveman no Teatro Armando Cortez

A comédia da Broadway sobre as relações entre Homens e Mulheres regressou a Lisboa agora com Manuel Marques!

às 5ªs e 6ªs feiras às 21:30 no Teatro Armando Cortez

CAVEMAN, a comédia mais delirante sobre a forma como homens e mulheres se relacionam, está de volta ao Teatro Armando Cortez em Lisboa, a partir de dia 23 de Setembro, com encenação de ANTÓNIO PIRES e interpretação de MANUEL MARQUES.

Depois do estrondoso sucesso do ano passado onde mais 30.000 pessoas assistiram à peça, esta é a oportunidade de ver ou rever uma hilariante comédia já adaptada para mais de 30 países e em 15 línguas diferentes.

Tendo-se estreado originalmente em São Francisco, em 1991, CAVEMAN bateu o recorde, em 1997, como o espectáculo a solo que mais tempo se manteve em cena na história da Broadway. Agora transformado em sucesso mundial, conquistou já os corações de mais de 8 milhões de espectadores, num total de 702 exibições.

O olhar hilariante de CAVEMAN sobre a forma como homens e mulheres se relacionam, pôs ambos os sexos às gargalhadas de reconhecimento e a troca de cumplicidades e afectos acontece por entre os casais da audiência durante a performance, à medida que esta se reconhece na história relatada em palco.

Horários e Local dos Espectáculos:
- A partir de 23 de Setembro às 5ªs e 6ªs feiras às 21:30 no Teatro Armando Cortez.

Informações de Bilheteira:
- Locais de venda: fnac, media markt, corte inglés, abep, site da blueticket via site do caveman: www.caveman.pt (telefone blueticket: 707 780 000)- Preço dos bilhetes – 25€ (com iva 6%)- Descontos: 10% para estudantes e mais 65 anos (mediante documentos comprovativos) - Bilhetes à venda no Teatro Armando Cortez: (tel. 21 715 40 57)

08 julho 2010

Livro: Marketing de Peso

Marketing de Peso é a ferramenta essencial para chegar a um novo mercado cada vez mais presente na sociedade. Numa altura em que mais de metade dos portugueses mudou de tamanho, Tiago Silvério Marques defende que as marcas têm de aprender a lidar com as necessidades dos novos consumidores ou correm o risco de perder vendas. O autor acredita que as empresas devem ter uma visão original do mercado, percebendo como funciona o excesso de peso e como pode a gordura influenciar as compras dos seus potenciais clientes.

Conheça este novo mercado e saiba como vencer a concorrência.

Conheça o projecto do autor em: www.marketingdepeso.com

Um livro editado pela Guerra e Paz.
Pvp: 13,50€

29 junho 2010

Livro: O Bazar Alemão

Na cosmopolita e amena cidade do Funchal, em vésperas da Segunda Guerra Mundial, a comunidade judaico-alemã residente descobre-se confrontada com uma imitação grotesca, embora persistente e eficaz, da perseguição política a que escapara.

Novo romance da autora.

Nas livrarias 18 de Julho.

Um livro editado pela Dom Quixote.

17 março 2010

Livro: Os Dias da Febre

Os Dias da Febre, o primeiro romance do historiador João Pedro Marques, leva-nos numa viagem no tempo até à Lisboa do século XIX.

A Porto Editora publica no próximo dia 18 de Março o primeiro romance do historiador João Pedro Marques. Os Dias da Febre é uma viagem pelos sons, os cheiros, as cores, as gentes, as casas, os costumes – numa palavra, pela vida – da Lisboa de meados do século XIX. Mesmo antes da sua publicação, a obra de estreia de João Pedro Marques já conquistou adeptos: Maria Filomena Mónica considera-o “um livro estimulante”; a historiadora Maria Fátima Bonifácio destaca o “enredo de uma notável originalidade e muitíssimo bem construído”.

Apoiada por uma escrita sedutora, que se concilia facilmente com o rigor dos factos, a narrativa de João Pedro Marques distingue-se pela subtileza com que transporta o leitor para o quotidiano burguês do século XIX, tornando Os Dias da Febre numa leitura, mais do que agradável, surpreendente.

O livro principia com Elvira Sabrosa descendo a Calçada de Santana e espreitando por entre as cortinas da sua carruagem. Num dado momento, vislumbra Robert Huntley, um inglês que não via desde os tempos da infância, há mais de 20 anos.

Os Dias da Febre narra as circunstâncias que conduziram ao reencontro de Robert e Elvira, e o que dele decorreu. A acção situa-se em 1857, quando Lisboa estava a ser atingida por uma epidemia de febre-amarela que mataria quase 5 mil pessoas. É nesse contexto que a intriga se desenvolve e que o leitor é convidado não só a conviver com as figuras da época, mas também a percorrer a cidade em toda a sua diversidade, dos camarotes do S. Carlos às ruas apertadas de Alfama, das enfermarias do Hospital de S. José às bancadas das Cortes, dos salões das senhoras das classes altas ao bulício do café Nicola.

Romance histórico escrito por um historiador de reconhecido mérito e extensamente apoiado na documentação existente, Os Dias da Febre assume-se, mais do que um romance sobre uma epidemia, a morte e o amor, como um documento estimulante e fiel à época que representa.

09 março 2010

Livro: Os Dias da Febre

A Porto Editora publica no próximo dia 18 de Março o primeiro romance do historiador João Pedro Marques. Os Dias da Febre é uma viagem pelos sons, os cheiros, as cores, as gentes, as casas, os costumes – numa palavra, pela vida – da Lisboa de meados do século XIX. Mesmo antes da sua publicação, a obra de estreia de João Pedro Marques já conquistou adeptos: Maria Filomena Mónica considera-o “um livro estimulante”; a também historiadora Maria Fátima Bonifácio destaca o “enredo de uma notável originalidade e muitíssimo bem construído”.

Apoiada por uma escrita sedutora, que se concilia facilmente com o rigor dos factos, a narrativa de João Pedro Marques distingue-se pela subtileza com que transporta o leitor para o quotidiano burguês do século XIX, tornando Os Dias da Febre numa leitura, mais do que agradável, surpreendente.

O livro principia com Elvira Sabrosa descendo a Calçada de Santana e espreitando por entre as cortinas da sua carruagem. Num dado momento, vislumbra Robert Huntley, um inglês que não via desde os tempos da infância, há mais de 20 anos.

Os Dias da Febre narra as circunstâncias que conduziram ao reencontro de Robert e Elvira, e o que dele decorreu. A acção situa-se em 1857, quando Lisboa estava a ser atingida por uma epidemia de febre-amarela que mataria quase 5 mil pessoas. É nesse contexto que a intriga se desenvolve e que o leitor é convidado não só a conviver com as figuras da época, mas também a percorrer a cidade em toda a sua diversidade, dos camarotes do S. Carlos às ruas apertadas de Alfama, das enfermarias do Hospital de S. José às bancadas das Cortes, dos salões das senhoras das classes altas ao bulício do café Nicola.

Romance histórico escrito por um historiador de reconhecido mérito e extensamente apoiado na documentação existente, Os Dias da Febre assume-se, mais do que um romance sobre uma epidemia, a morte e o amor, como um documento estimulante e fiel à época que representa.
 
Um livro de João Pedro Marques editado pela Porto Editora e com PVP de 16.50€

18 fevereiro 2010

Exposição: Fotografias de Manuela Marques na Caroline Pagés Gallery

In situ é o título da segunda exposição individual de Manuela Marques na galeria. O conjunto de fotografias reunido para esta mostra funciona como múltiplos olhares individualizados de tempos e espaços que identificam momentos específicos remetidos para o seu próprio reconhecimento.

Muito embora não recusem a narratividade em que assentam, estas fotografias captam a atenção pelo intermédio de uma construção única, mais do que suspensas, foram fixadas na exclusividade ambígua de significados que tanto se amplificam como se barricam no desconhecimento dos contextos.

Os cenários estruturam-se e evidenciam detalhes que colocam o observador perante a insegurança constante do que vê; requer que se exercite um movimento para o particular, em função de, proporcionando uma experiência quase obsessiva da identidade.

A impossibilidade de visualização de algumas facetas e o diálogo artificioso dos elementos espaciais, cuja perspectivação se define como crucial, geram um constrangimento relativamente perturbador e, o desejo iminente de interferirmos com a imagem em busca de informações torna-se um impulso consciente. “[…] tem de se procurar o valor informação, a riqueza não limitada dos significados possíveis. É este o caso da comunicação artística e do efeito estético – que uma procura em termos de informação ajuda a explicar, sem aliás o fundamentar definitivamente.”

Caroline Pagès Gallery
Inauguração Quinta-feira, 25 de Março às 22h
Aberto ao público de 25 Março – 15 Maio, 2010, 2ª a Sábado das 15h às 20h e por marcação fora deste horário.