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27 maio 2011

Livro: Debate A Revolução no Egipto foi uma inspiração?

05 abril 2011

Livro: Civilização publica Khan al-Khalili de Naguib Mahfouz

Cairo, 1942. A II Guerra Mundial está no auge e a Campanha na África assola a costa norte do Egipto até al-Alamein. A família Akif refugia-se no histórico e fervilhante Bazar do Cairo, Khan al-Khalili, pois acredita que os alemães nunca bombardearão uma das zonas mais emblemáticas e religiosas da cidade. O confronto entre novo e velho, religioso e laico, histórico e moderno, ontem como hoje, está na base daquele que é o sétimo romance – publicado pela Civilização – de Naguib Mahfouz, o único escritor árabe vencedor do prémio Nobel de Literatura (em 1988). Os seus livros são traduzidos directamente do Árabe pelo tradutor egípcio, Badr Hassanein.
Naguib Mahfouz foi um homem à frente do seu tempo. Muito antes de se verificarem as concentrações na Praça Tahir, que recentemente conduziram à queda do regime de Hosni Mubarak, “Mahfouz foi escritor numa época em que as pessoas com uma caneta poderiam ser heróis. Ícones do espírito nacional. […] A marca duradoura de Mahfouz no mundo será seguramente uma medida da profundidade da sua convicção no poder da ficção – na capacidade de o mito e a história serem linhas orientadoras na nossa vida”, escreveu o Washington Post logo após a sua morte.

11 abril 2010

Livro: A Vida Amorosa no Antigo Egipto


O sexo é um dos elementos básicos da sociedade humana. Compreender como a sociedade egipcía compreendia e interpretava o acto reprodutor, saber como vivia a sexualidade, se existia uma cultura do prazer e quem tinha acesso à mesma é o objectivo do historiador e especialista espanhol José Miguel Parra Ortiz neste livro. Ao contrário de outras culturas da Antiguidade, como a Grega ou Romana, os egipcíos não nos deixaram muitas representações gráficas dos seus sentimentos e devaneios físicos. As principais fontes para o conhecimento da sexualidade no Antigo Egipto são poemas amorosos do Reino Novo, estatuetas e relevos como as de Akhenatón e Nefertiti, o casal real que mais fez representar o seu amor, amuletos sexuais, fragmentos de cerâmica, pinturas murais que foram aparecendo nas escavações arqueológicas e o Papiro Erótico de Turim, que é reproduzido na íntegra neste livro. Baseado numa rigorosa e original investigação histórica, esta obra, amplamente ilustrada, aborda temas como o vestuário e a maquilhagem objectos de sedução para rainhas como Nefertiabet, a homossexualidade no Vale do Nilo como a possível relação entre Niankhnum e Khnumhotep, os remédio utilizados para despertar o ânimo sexual, as posturas, variantes sexuais como a dominação ou submissão, a gravidez, o aborto, bem como as orgias e a luxúria da sociedade dos faraós.
 
Um livro editado pela Esfera dos Livros.

31 março 2010

Livro: A vida amorosa no antigo Egipto

O sexo é um dos elementos básicos da sociedade humana. Compreender como a sociedade egipcía compreendia e interpretava o acto reprodutor, saber como vivia a sexualidade, se existia uma cultura do prazer e quem tinha acesso à mesma é o objectivo do historiador e especialista espanhol José Miguel Parra Ortiz neste livro.

Ao contrário de outras culturas da Antiguidade, como a Grega ou Romana, os egipcíos não nos deixaram muitas representações gráficas dos seus sentimentos e devaneios físicos. As principais fontes para o conhecimento da sexualidade no Antigo Egipto são poemas amorosos do Reino Novo, estatuetas e relevos como as de Akhenatón e Nefertiti, o casal real que mais fez representar o seu amor, amuletos sexuais, fragmentos de cerâmica, pinturas murais que foram aparecendo nas escavações arqueológicas e o Papiro Erótico de Turim, que é reproduzido na íntegra neste livro.

Baseado numa rigorosa e original investigação histórica, esta obra, amplamente ilustrada, aborda temas como o vestuário e a maquilhagem objectos de sedução para rainhas como Nefertiabet, a homossexualidade no Vale do Nilo como a possível relação entre Niankhnum e Khnumhotep, os remédio utilizados para despertar o ânimo sexual, as posturas, variantes sexuais como a dominação ou submissão, a gravidez, o aborto, bem como as orgias e a luxúria da sociedade dos faraós.

Um livro de José Miguel Parra Ortiz  editado pela Esfera dos Livros.
PVP: 23€

12 janeiro 2010

Turismo: Destinos para cada signo


Para quem não sabe por onde começar na selecção dos destinos de férias, a sugestão Hotels.com (website de reservas de hotéis em todo o mundo) é adaptar a escolha às características do signo do horóscopo. Fechar os olhos e seguir os astros!



Carneiro - Desporto no Jaz Makadi Star Hotel, Egipto (*****)
O Carneiro é o signo mais desportivo do zodíaco, cujos nativos se sentem mais confortáveis num hotel de desporto. O Jaz Makadi Star Hotel, na Egyptian Makadi Bay, oferece excelentes actividades desportivas. Desportos aquáticos como o windsurf, e jogos de bola como o ténis, bem como aulas de aeróbica e yoga, aumentam a pulsação do activo Carneiro. Um salto para a piscina talvez ajude a acalmar.
 
Touro – Romance no Caesar Augustus Hotel, Capri, Itália (*****)

Os nativos de Touro precisam de muito romance e tempo para relaxar. O Caesar Augustus Hotel na ilha italiana de Capri oferece vistas panorâmicas, de toda a ilha, de cortar a respiração, dada a sua localização junto à ponta de uma rocha, 300 metros acima do mar. O Touro pode relaxar e viver o romance num jantar romântico no terraço do hotel, com um copo de Chianti.
 
Leão – Luxo no Al Maha Desert Resort, Dubai (*****)

Os Leões adoram o luxo, e estar no meio dele. O seu destino perfeito é o Dubai. No Al Maha Desert Resort, no coração do deserto Árabe, o Leão sente-se no seu melhor. O hotel de luxo oferece uma atmosfera exclusiva, bem como inúmeras actividades. Um passeio pela paisagem deserta única, uma visita aos reprodutores de falcões ou um curso de tiro com arco e flecha, permitem ao coração bater mais depressa. (na foto)