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24 março 2011

Gastronomia: Vinhos Ameal na vanguarda da produção biológica

Tom Cannavan, autor reconhecido internacionalmente e criador de um dos sites mais prestigiados sobre vinhos a nível mundial, www.wine-pages.com, voltou a Portugal este ano, onde realizou provas aos os vinhos produzidos na Quinta do Ameal.

Segundo Cannavan, nomeado Jornalista do Ano 2010 pelos produtores portugueses e colaborador nas mais prestigiadas publicações especializadas, como a Decanter, World of Fine Wine e Harpers Wine & Spirit, os vinhos produzidos por Pedro Araújo «estão na vanguarda da produção biológica e entre os mais belos brancos produzidos em Portugal».

Cannavan atribuiu 90 pontos aos vinhos Ameal Espumante 2002, Ameal 2009 e Ameal Escolha 2003, 91 pontos ao Ameal Escolha 2008 e 93 pontos (das notas mais altas dadas a vinhos Portugueses) ao já famoso Ameal Special Harvest, o mais recente vinho e também o primeiro Ameal Special Harvest produzido por Pedro Araújo, já provado por especialistas e críticos portugueses, que o classificaram com 17,5 e 19 pontos, numa escala de 20, e foram unânimes na afirmação da sua qualidade, considerando-o como um dos melhores existentes no mercado.

A localização da Quinta do Ameal desde sempre exprimiu o seu elevado potencial para vinhos da casta Loureiro e vinhos doces naturais. Estes, ao longo de muitos anos, foram optimizados pelas técnicas culturais na vinha, como pela sabedoria e cuidados técnicos na adega. Hoje conserva as técnicas antigas e o saber fazer de gerações e guarda o segredo deste vinho, que só é conseguido em anos muito especiais e condições climatéricas únicas.

Em 2010, os vinhos Ameal passaram a estar na lista de vinhos do Restaurante da Tate Gallery (UK best wine list), na cadeia de lojas de luxo Harvey Nichols em Londres, Leeds e Edimburgo - a par da cadeia Harrod’s, estão entre as mais prestigiadas lojas de Inglaterra e a nível internacional. Também este ano, os vinhos produzidos por Pedro Araújo passaram a integrar a lista de produtos da Fortnum and Mason, com loja em Piccadilly, no centro de Londres, restaurantes e loja on-line, e restaurantes com estrelas Michelin em Londres, Nottingham, Marlborough e na Escócia, onde também estão no berço do Golfe mundial - Golfe St Andrews, fundado há 600 anos.



Quinta do Ameal
www.quintadoameal.com

19 novembro 2010

Cultura: Era uma vez a Terra... no Museu do Oriente

O Museu do Oriente, a convite da Câmara Municipal de Lisboa, acolhe a exposição dedicada ao Ambiente, Era uma vez a Terra…, patente neste espaço museológico entre 27 de Novembro e 5 de Dezembro, com entrada livre.

Esta iniciativa, promovida no contexto do Ano Internacional do Planeta Terra, sob a égide da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, tem por objectivo aprofundar várias temáticas ambientais, tais como os Recursos Naturais, as Mudanças Climáticas, os Oceanos, a Terra e a Vida.

A exposição divulga também o concurso “Biodiversidade na minha Cidade”, dedicado a escolas dos 1º, 2º e 3º ciclos do concelho de Lisboa, promovido em articulação com as premissas estratégicas do Ano Internacional da Biodiversidade 2010.

Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, em parceria com a Lisboa E-Nova, a Agência Portuguesa do Ambiente e a Comissão Nacional da Unesco.

12 julho 2010

Cultura: A maior exposição de animais vivos alguma vez feita em Portugal

Mais de 80 espécies de répteis, anfíbios e aracnídeos de quatro continentes são as estrelas da Exposição Biodiversidade - uma das maiores exposições de animais vivos alguma vez feita em Portugal- que estará patente até ao dia 15 de Agosto, no Mercado Municipal de Vila Pouca de Aguiar.

Uma oportunidade única para descobrir uma amostra ímpar, que integra a colecção particular de um português, apaixonado por espécies raras e exóticas, que se apresenta pela primeira vez ao país a partir de Vila Pouca de Aguiar.

Uma exposição a não perder!

24 março 2010

Exposição: Biodiversidade dos Rios Portugueses no Fluviário de Mora

Biodiversidade dos Rios Portugueses é o tema da nova exposição permanente patente no Fluviário de Mora, inaugurada esta semana a propósito do 3º aniversário daquele espaço.

A nova Exposição Temporária do Fluviário de Mora assinala o Ano Internacional da Biodiversidade, apostando na divulgação do riquíssimo património natural de água doce que existe em Portugal.

“A Biodiversidade Aquática pode ser definida como a totalidade dos genes, espécies e ecossistemas indissociáveis da água. Dá-nos uma noção da variedade de vida na Terra em ambientes aquáticos e da complexidade de processos ecológicos e evolucionários que a suportam.” Assim se dá o mote para mais uma exposição temporária feita em colaboração com a Universidade de Évora e o Centro de Oceanografia.

Apostando numa vertente gráfica muito forte e apelativa, com inúmeros exemplos visuais, a exposição desenvolve-se em torno de um conceito basilar e caro ao Fluviário: o percurso de um rio da Nascente à Foz, complexos e importantíssimos Corredores Ecológicos, que se distribuem por milhares de quilómetros, fraccionando o país na chamada rede hidrográfica nacional.

Nessa viagem, o visitante poderá familiarizar-se com diferentes os diferentes ecossistemas de água doce e suas características como os Pauis, os diversos tipos de Rio ou os Sapais, mas também com valores naturais verdadeiramente únicos no mundo como o pequeno Saramugo, a Lampreia-de-rio, o Cágado-de-carapaça-estriada, a Toupeira-de-água ou o glamoroso Guarda-rios. Ao mesmo tempo, as principais ameaças que hoje questionam a existência da vida como a conhecemos e o papel do Homem na manutenção da Vida.

Numa ilha central, uma maquete esquemática dá a conhecer a pequenos e graúdos como as espécies se distribuem num rio desde a Nascente à Foz e a importância e papel que cada uma das espécies desempenha nesse percurso.

Com mais de 500 peixes de 55 espécies diferentes de todo o mundo em habitats naturais, aquáticos e terrestres, num percurso entre a nascente e a foz de um rio, o Fluviário de Mora já recebeu, desde 2007, cerca de 450 mil visitantes.

13 março 2010

Ambiente: Fluviário de Mora com actividades para crianças

Declarado 2010 como o Ano da Biodiversidade, o Fluviário de Mora criou novo ciclo de actividades e oficinas ambientais onde histórias, colagens, magia e muitas descobertas estão reservadas aos mais novos.

Numa altura em que comemora o 3º aniversário, o espaço apresenta divertidas actividades lúdicas prometem ampliar o criativo imaginário infantil, no seguimento de uma maior interacção e reconhecimento da vida marítima de Mora.

Crianças, pais, educadores, familiares e amigos, são convidados a participar e a entrar no mundo mágico do grande aquário, único na Europa e terceiro do género no Mundo, que conta com espécies animais aquáticos e terrestres exóticos e únicos em Portugal.

Actividades de encantar:
“Ninfas do Rio”, também numa versão pensada para bebés, “No Fluviário Contam-se Histórias”, “Dos Rios nascem conversas”, “Histórias de vida contadas no Fluviário”, “Aquarista por Uma Hora – à Descoberta dos Bastidores”, “Lusco – Fusco no Fluviário – Dormindo com as lontras”, “Medrar na Ribeira Raia”, “À pesca na Ribeira”, são as propostas para os pequenos visitantes do Fluviário que queiram passar um dia diferente com amigos e família.

A pensar nos bebés, o Fluviário preparou uma versão alternativa da actividade “Ninfas do Rio”. Sob uma manta de retalhos, pais e filhos podem experimentar momentos de interacção num espaço diferente, pautado pela calma e tranquilidade da água e dos seus habitantes.

02 março 2010

Evento: Maravilhas Naturais com apoio internacional

O projecto “7 Maravilhas Naturais de Portugal®” conta com o apoio incondicional da Convenção para a Diversidade Biológica (CDB – Convention on Biological Diversity). Porque 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade, este projecto vem reforçar um movimento ambientalista que cresce a nível mundial e pretende ser uma referência no contributo para a sustentabilidade ambiental no nosso país.

“As 3.600 plantas, 313 pássaros, 17 anfíbios e 34 espécies de répteis encontrados no país, juntamente com os 69% de mamíferos terrestres, dão a Portugal um património natural diverso que tanto é profundamente belo como digno de ser preservado”, declarou Ahmed Djoghlaf, Secretário Executivo da CDB.

O Ano Internacional da Biodiversidade representa um marco histórico para a CDB. Aumentar a consciência sobre a importância da biodiversidade, divulgar os custos para o ser humano dessa perda progressiva e envolver as pessoas na conservação e uso sustentável do nosso património natural são os principais objectivos neste ano.