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06 novembro 2010

Livro: Convite para lançamento de Portugal Anos 10

01 setembro 2010

Livro: Dez mil Guitarras

A Porto Editora informa que dia 23 de Setembro estará nas livrarias o novo romance de Catherine Clément, autora reconhecida pelos leitores portugueses desde a publicação dos sucessos A Senhora, Por Amor da Índia ou A Viagem de Théo.

Inspirada por uma visita a Portugal e pelo misticismo em torno de D. Sebastião, o Desejado, Catherine Clément brinda-nos com um novo romance que destaca novamente o nosso país. Baseado em factos históricos que giram em torno de soberanos cristãos e mouros, Dez Mil Guitarras está envolto em mistério, exotismo e excentricidade. Narrada por diferentes personagens, um deles um rinoceronte que viajou da Índia até Lisboa para ser oferecido ao rei D. Sebastião, esta é uma obra que sem dúvida irá agradar aos fiéis seguidores de Catherine Clément e cativar ainda mais leitores.

O enredo
Marrocos, 1578: dez mil guitarras jazem ao abandono no campo de batalha de Alcácer-Quibir. D. Sebastião desapareceu. Morto ou vivo? Há quem espere por ele…Ao contar-nos essa espera, Catherine Clément oferece-nos uma truculenta galeria de retratos de uma Europa em mutação: o peso dos Habsburgo, a violência das guerras religiosas, a loucura do Imperador da Áustria, a rebelião da jovem rainha Cristina da Suécia e a sua paixão por Descartes.

Composto como uma ópera, pleno de fantasia e de verdades pouco conhecidas, o romance dá voz a personagens memoráveis, como esse famoso rinoceronte - que atravessou a Índia a toda a largura e que, depois de ter navegado de Goa para Lisboa, se encontra enjaulado para deleite de soberanos: um jovem rei português, um velho rei de Espanha, um imperador alquimista, uma rainha bárbara.

Catherine Clément retoma em Dez Mil Guitarras a veia romanesca dos seus grandes sucessos: A Senhora, Por Amor da Índia ou A Viagem de Théo.

29 agosto 2010

Economia: 10 mandamentos do dinheiro

Sabia que foi no século VII que surgiram as primeiras moedas com as características que hoje conhecemos? E que não foram precisos muitos anos até que alguém, necessitando de moedas correntes, entregou um vale para troca de mercadorias ou metais, criando a moeda de papel, ou seja, o numerário? Como as moedas e o numerário continuam a ser reis, a Talaris, especialista global em tecnologia para a gestão de numerário, criou um conjunto de 10 mandamentos sobre o uso do dinheiro em comparação com outras formas de pagamento actuais.

DEZ MANDAMENTOS DA TALARIS SOBRE O DINHEIRO

1. O dinheiro continua a ser rei: o volume de notas e moedas continua a crescer em todo o mundo e actualmente circulam no maior número de sempre. Na Europa, por exemplo, tanto o valor de notas e moedas como a sua circulação continuam a aumentar.

2. O dinheiro é muito seguro: milhões de consumidores vêem-se afectados por fraudes através da Internet ou cartões de crédito e débito. Os delitos digitais estão a aumentar em relação ao roubo e falsificação de notas e moedas em todo o mundo, por isso o numerário é o meio de pagamento mais seguro do planeta.

3. Os consumidores gostam do dinheiro: é o meio de pagamento preferido em todo o mundo e diferentes estudos demonstraram que mais de 50% das pessoas prefere pagar em numerário.

4. O dinheiro é universalmente aceite: é o único meio de pagamento aceite universalmente e todas as nações dispõem de um modelo de sistema de transacções que utiliza o numerário de alguma forma. O dinheiro é movimentado diariamente por mais de 5000 milhões de utilizadores em todo o mundo.

5. O dinheiro não falha: o dinheiro não depende de outros recursos ou componentes para realizar a sua função. No câmbio, o numerário funciona em qualquer momento e não tem nenhum índice de fracasso.

6. Os consumidores têm direito a eleger a sua forma de pagamento: o dinheiro é salvaguardado pelo Estado e os particulares têm direito a utilizá-lo como forma de pagamento.

7. O dinheiro não causa problemas de privacidade: é necessário um certo grau de segurança, contudo os dados retidos por milhões de transacções electrónicas podem criar um nível inaceitável de invasão da privacidade.

8. O dinheiro controla o gasto: a “Digitalização da dívida” leva a perder o sentido do valor do dinheiro e a cair em problemas de endividamento. Os consumidores consideram o numerário como a forma mais fácil de controlar os gastos e o seu orçamento pessoal.

9. A utilização de dinheiro é mais “barata”: o pagamento em dinheiro não está sujeito a gastos ou comissões pela sua utilização.

10. Qualquer pessoa pode utilizá-lo em qualquer local: pequenos comércios, mercados locais, comércio de rua… há muitas transacções para as quais não há outras formas de pagamento além do dinheiro. Actualmente, há mais notas e moedas em circulação que em qualquer outra altura da história.

Sobre a Talaris
A Talaris teve origem na antiga divisão Cash Systems da De La Rue. Foi formada em Setembro de 2008, após o processo de venda liderado pela administração e suportado financeiramente pela Carlyle - um dos maiores grupos de investimento do mundo. A empresa ocupou o 64º lugar da classificação HSBC Top Track 250 do Sunday Times. A empresa é especialista mundial em tecnologia de tratamento de numerário para a gestão de cada etapa do ciclo comercial. As soluções da Talaris incluem: consultoria e gestão de projectos, dispensação e recirculação de notas, tratamento de notas e moedas, soluções self-service, tecnologia integrada (OEM), conectividade e software de optimização, e serviços de assistência técnica total. Empresa multinacional com cerca de 2.100 colaboradores, operando a partir de mais de 30 países, inclui mais de 1.000 técnicos e pessoal de apoio. Uma rede adicional de 130 parceiros alarga a cobertura a mais de 100 países. Possuindo 250 patentes concedidas em 26 países, a Talaris fornece soluções de gestão de numerário em todos os continentes, onde quer que o dinheiro se mova. Com um volume de negócio superior a 320 milhões de libras, a empresa tem uma posição de liderança na América do Norte, Espanha, Alemanha, França, Reino Unido e Portugal.

27 maio 2010

Livro: Divorciada aos 10 anos

Chamo-me Nojoud. Tenho dez anos. Os meus pais obrigaram-me a casar com um homem com o triplo da minha idade. Desde que me lembro, aprendi a dizer “sim” a tudo. Hoje, decidi dizer “não”.

A infância de Nojoud teve um final abrupto quando o pai lhe arranjou um casamento com um homem muito mais velho, que ignorou o compromisso de esperar que a menina alcançasse a puberdade para ter relações sexuais. O marido roubou-lhe a virgindade na noite de núpcias. Ela tinha apenas dez anos. A sua tenra idade não a impediu de fugir – não para casa, mas para o tribunal. Surpreendentemente, o juiz deu-lhe razão. Algo inédito num país onde mais de metade das raparigas casa antes dos dezoito anos. A sua coragem foi aplaudida pela imprensa internacional e comoveu o mundo inteiro. Nojoud conta agora a sua história. Para quebrar o silêncio e encorajar as outras meninas a lutar pelos seus direitos mais fundamentais.

Esta vitória legal sem precedentes conduziu a mudanças no Iémen e em outros países do Médio Oriente, onde as leis dos casamentos de menores estão a ser alteradas.

Nojoud Ali foi a primeira criança a conseguir um divórcio no Iémen. Distinguida como uma das Mulheres do Ano pela Glamour em 2008, a sua história captou a atenção dos media internacionais e levou a que o Iémen adoptasse uma lei que estabelece a idade legal para casar nos dezassete anos. Vive actualmente no Iémen. Nojoud foi recentemente distinguida ao lado de Hillary Clinton e Condoleezza Rice como uma das Mulheres do Ano.

Grande repórter, especialista no Médio Oriente, Delphine Minoui cobriu os principais acontecimentos que marcaram essa região do mundo nos últimos doze anos. Em 2006, foi galardoada com o Prémio Albert Londres por uma série de reportagens no Irão e no Iraque. Vive actualmente em Beirute.
 
Um livro editado pela ASA.
Pvp: 13€

26 novembro 2009

Livo: 10-10-10


10-10-10 é uma regra de vida muito simples; basta fazer a si próprio três perguntas fáceis, mas muito profundas, para resolver qualquer problema profissional ou pessoal. Imagine que está a trabalhar num projecto muito importante. Tem um deadline muito apertado. Se calhar, vai ter de ficar a trabalhar até tarde. O problema é que, nessa noite, há a peça da escola do seu filho mais novo...



Imagine que o seu patrão lhe pede para fazer um pouco de «contabilidade criativa». Ninguém vai ficar a saber e ele promete assumir toda a responsabilidade.


O que fazer?


É simples: basta aplicar a regra dos 10-10-10. Pergunte a si próprio: o que acontecerá daqui a 10 minutos se eu tomar esta decisão? E daqui a 10 horas? E daqui a 10 anos? Vai ver que a decisão se torna evidente. Se pesar as consequências imediatas, a médio prazo e a longo prazo de cada decisão, verá que o caminho certo a tomar se torna perfeitamente claro.

Um livro editado pela Pergaminho e já á venda.