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20 janeiro 2011

Música: Tour "Canções" esgotada

A poucas horas de dar inicio à Digressão de Inverno 2011 a que chamou ‘Canções’, Pedro Abrunhosa arranca já com a certeza de muitas salas esgotadas em todo o país, tendo, nalguns casos, obrigado à marcação de novas apresentações, estas também já lotadas. Assim se passa com Ìlhavo, Famalicão, Bragança, Vila Real e Estarreja, os primeiros espectáculos desta tour.

A estas se juntam Figueira da Foz, Leiria, Tróia e Guimarães, cujo desfecho se adivinha o mesmo.‘Canções’ foi o nome que Pedro Abrunhosa chamou a um formato mais próximo do público, com um alinhamento abrangente do seu vasto repertório e aqui tocado em quinteto. Assim,a Pedro Abrunhosa juntam-se Marco Nunes (guitarras), Cláudio Souto (piano), Miguel Barros (baixo) e Pedro Martins (bateria).

Tudo isto acontece quando o seu mais recente trabalho, ‘Longe’, reeitera a sua presença no topo da tabela de vendas, ocupando o 5.º lugar esta semana, 38 semanas consecutivas depois de ter sido editado. ‘Longe’ atingiu no inicio deste ano o galardão de Platina.

Veja as datas:

Ílhavo
Centro Cultural de Ílhavo
21 e 22 de Janeiro

Famalicão
Casa das Artes
28 e 29 de Janeiro

Bragança
Teatro Municipal de Bragança
3 de Fevereiro

Vila Real
Teatro de Vila Real
4 e 5 de Fevereiro

Estarreja
Cine-Teatro de Estarreja
19 de Fevereiro

Figueira da Foz - NOVA DATA
Casino da Figueira
8 de Março

Leiria
Teatro José Lúcio da Silva
11 de Março

Tróia - NOVA DATA
Casino de Tróia
9 de Abril

Guimarães
Centro Cultural Vila Flor
16 de Abril

07 junho 2010

Turismo: Ibis Bragança oferece visita ao Castelo e ao Museu Militar

O Hotel Ibis Bragança oferece uma entrada gratuita, para uma ou duas pessoas, no Castelo da cidade e no Museu Militar, aos hóspedes que fizerem uma reserva online de uma noite de alojamento.

A oferta é válida até 31 de Dezembro de 2010 e a reserva está disponível a partir de €37,00 no site www.ibishotel.com, no item Promoções especiais ibis.

O Castelo de Bragança foi construído por D. Dinis (Séc. XIII) e ampliado por D. João I (séc. XV) para reforçar a defesa da fronteira. É Monumento Nacional desde 1910 e tem um Museu Militar desde 1936.

30 março 2010

Livro: D. Amélia

Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleãs e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância.

O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia.

O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor.

Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 671 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer. Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos a história da última rainha de Portugal.

D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados ao pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola. De nada lhe valeu o ramo de rosas que tinha na mão e com o qual tentou afastar o assassino. Outras mortes a perseguiriam...

D. Amélia regressou em 1945 a convite de António de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e por quem tinha uma declarada admiração. Morreu seis anos depois em França, seu país natal, na cama que Columbano havia pintado para ela. Na cabeceira estavam desenhadas as armas dos Bragança.

Um livro de Isabel Stilwell editado pela Esfera dos Livros.
PVP: 22€

13 março 2010

Cultura: Porto Editora distingue jornais escolares

Já são conhecidos os vencedores do Concurso Nacional de Jornais Escolares, premiados na Futurália. Mais uma vez, a Porto Editora associa-se à iniciativa e premeia o primeiro classificado na Categoria Jornais Digitais (Escola Secundária Abade de Baçal, de Bragança), os terceiros classificados ex aequo na categoria Jornais de Escolas Secundárias e Profissionais (Escola Secundária de Gondomar e a Escola Secundária Francisco da Holanda, em Guimarães) e o terceiro prémio da categoria Jornais de Agrupamentos de Escolas ou de Estabelecimentos dos Ciclos Iniciais do Ensino Básico e dos Jardins de Infância (Agrupamento de Escolas da Branca, em Albergaria-a-Velha).

O fornecimento de instrumentos de pesquisa e de reflexão sobre a relação das crianças e jovens com os media e a organização de um concurso anual de jornais escolares fazem parte do projecto Público na Escola, que mobiliza, todos os anos lectivos, muitos milhares de alunos e professores de todo o país. Um inquérito recente remetido aos jornais e revistas escolares que participaram numa edição anterior do concurso, permitiu quantificar 5806 alunos e 1614 professores envolvidos na produção da imprensa escolar.

Presente desde o primeiro momento do Concurso Nacional de Jornais Escolares, a Porto Editora encontra nesta iniciativa um excelente exemplo de como entidades privadas, com inegável responsabilidade social, se podem associar e promover uma iniciativa que visa despertar e promover nos mais novos o gosto pelo exercício da cidadania e, não menos importante, a compreender a importância de se ter um olhar atento e crítico sobre a nossa sociedade.

O Concurso Nacional de Jornais Escolares é uma iniciativa que o Público na Escola promove anualmente. Desde 2000 a 2009, concedeu 279 prémios e menções honrosas, que chamaram a atenção para a excelente qualidade de 161 publicações escolares.

18 dezembro 2009

Cultura: Apresentação de Guimarães Capital Europeia da Cultura


É já hoje que Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura dá mais um importante passo no sentido da concretização das principais linhas orientadoras do projecto com a apresentação do Plano Estratégico, no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, a partir das 15 horas.



Onze anos depois, Portugal volta a ter uma Capital Europeia da Cultura. Guimarães terá assim a oportunidade de se mostrar à Europa, através de vários eventos e manifestações culturais mas também de um conjunto de acções que visam a regeneração social, económica e urbana da Cidade. É aliás no impacto gerado pela intervenção nestas áreas que se avaliará mais estruturalmente a qualidade e o sucesso da Iniciativa.


De acordo com a Presidente da Fundação Cidade de Guimarães – entidade recem criada no passado dia 29 de Agosto de 2009, trata-se de uma oportunidade de implementar uma iniciativa de foro internacional que encerra em si potencialidades de regeneração de um território, uma economia e uma população.


“O desafio é exigente e os resultados esperados ultrapassam claramente os que derivam da leitura dos indicadores tradicionalmente usados. Mais do que o número de espectáculos e/ou eventos queremos produzir e avaliar efeitos ao nível da diversificação da economia e da qualificação da Comunidade”, refere Cristina de Azevedo.


O evento constituirá, igualmente, a oportunidade para assinatura de um Protocolo tripartido, entre o Instituto de Turismo de Portugal, a Fundação Cidade de Guimarães e ainda a Câmara Municipal de Guimarães.