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16 dezembro 2010

Livro: Novidades Europa-América

História Concisa de Como Se Faz a Guerra
Pvp: 25.50€
No seu novo livro, o General Loureiro dos Santos traça uma súmula da história da guerra ao longo dos tempos, da época pré-clássica à actualidade, condensando informações pertinentes que convertem esta obra num manual ímpar de polemologia.
Abordando metodicamente vários aspectos dos conflitos bélicos, o autor debruça-se em primeiro lugar sobre as influências da técnica na ciência e na arte da guerra e sobre os elementos essenciais de combate.
Em seguida, o autor expõe globalmente a evolução dos sistemas de coacção militar, atendendo às várias épocas históricas, dinâmicas e meios técnicos, culminando na aturada análise de conflitos da actualidade, como a Guerra do Afeganistão e a Guerra do Iraque, e de circunstâncias modernas que condicionam o aparecimento de novos conflitos em peculiares teatros de operações, como a guerra na era da informação .
O General Loureiro dos Santos nasceu em Vilela do Douro — Paços, concelho de Sabrosa (Vila Real), em 2 de Setembro de 1936. Conta com um notável currículo tanto académico quanto militar. Frequentou, entre outros, os cursos de Artilharia da Escola do Exército e de Comando e Estado-Maior do Exército Brasileiro (onde fez um doutoramento em Ciências Militares) e leccionou no IAEM, no IAEFA e no ISCSP. Desempenhou também as funções de Vice-Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, de Ministro da Defesa Nacional dos IV e V Governos Constitucionais e de Chefe de Estado-Maior do Exército. É sócio correspondente da Academia de Ciências de Lisboa e conferencista e autor de obras e de artigos na imprensa especializada sobre Estratégia, Segurança e Defesa.
Na Europa-América publicou Reflexões Sobre Estratégia I (2000), Segurança e Defesa na Viragem do Milénio — Reflexões Sobre Estratégia II (2001), A Idade Imperial — Reflexões Sobre Estratégia III (2003) e E Depois do Iraque? (2003), escrito em conjunto com Luísa Meireles, Convulsões — Reflexões Sobre Estratégia IV, O Império Debaixo de Fogo — Reflexões Sobre Estratégia V (2006), A Ameaça Global (2008), As Guerras que Já Aí Estão e as Que Nos Esperam: Se os Políticos Não Mudarem – Reflexões sobre Estratégia VI (2009).

Por Entre Grãos de Areia
Pvp: 25.90€
Nos anos 50, em Dorset, duas vidas recomeçam numa vila à beira-mar.
Kathy Wilson tem um sonho: transformar Barden House, a sua casa junto à praia, num ninho de paz e serenidade. E, nesse Verão, ela tem cada vez mais curiosidade no homem solitário que vê passear à beira-mar.
O seu nome é Tom Arnold e West Bay é o seu refúgio de uma vida cruelmente destruída pela tragédia. Atraída por este misterioso homem, Kathy sente que a sua vida vai mudar para sempre.
Mas os segredos e os fantasmas continuam a assombrar Tom e Kathy. Estarão os dois dispostos a aceitar o amor que os une quando o passado ameaça a sua frágil e nova vida?
Josephine Cox é uma autora de grande sucesso mundial, com mais de trinta livros publicados, e a sua vida é tão extraordinária como os seus livros. Da sua infância pobre em Blackburn à carreira de professora e à consagração com a atribuição do prémio Superwoman of Great Britain, a sua vida é uma mensagem de esperança e heroísmo para todos.

Uma Ponta de Verdade
Pvp: 25.90€
Uma Ponta de Verdade é o mais recente livro de Jeffrey Archer, autor que tem deliciado milhões de leitores. Durante seis anos, ao longo das suas viagens pelo mundo, o autor reuniu várias histórias verídicas e inspirou-se também nos seus escritores de contos favoritos (F. Scott Fitzgerald, Maupassant e Somerset Maugham, entre outros) para escrever este livro, sempre com uma ponta de verdade.
Com uma aptidão natural para escrever histórias elegantes, espirituosas e divertidas, Jeffrey Archer é um mestre da caracterização e do suspense e tem um grande talento para reviravoltas inesperadas e surpreendentes.
Jeffrey Archer, cujos romances se tornaram best-sellers, já vendeu mais de 120 milhões de exemplares em todo o mundo. Em 1992, tornou-se o membro mais jovem da Câmara dos Lordes. É um dos escritores de maior sucesso da actualidade.

A Velhice do Padre Eterno
Pvp:: 19.90€
Esta obra, que suscitou grande polémica no momento da sua publicação em 1885, é apontada como monumento da crítica anticlerical e como denúncia do farisaísmo. Uma leitura atenta revela a qualidade da combatividade e facilidade de caricaturar de Junqueiro, um estilo que lhe valeu a admiração dos seus contemporâneos.
A Velhice do Padre Eterno é inquestionavelmente um clássico da literatura portuguesa de uma das figuras incontornáveis da nossa literatura.
Esta é uma edição especial com as ilustrações originais de Leal da Câmara.
Guerra Junqueiro nasceu em 1850 no seio de uma família abastada. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, acabou por exercer alguns cargos administrativos, tendo sido inclusivamente ministro plenipotenciário de Portugal em Berna, na Suíça (1911-1914). Durante toda a sua vida foi um defensor do liberalismo e desde cedo estreou-se na vida literária, publicando inúmeras obras, na sua maioria poesia. Faleceu em 1923.
Leal da Câmara nasceu em 1876 e faleceu em 1948. Devido aos seus ideais republicanos, abandonou o curso de Medicina Veterinária, estreando-se como caricaturista em 1897. Os seus violentos ataques dirigidos à Monarquia e à Igreja levaram à sua consequente emigração para Espanha. Seguiram-se Paris e Bruxelas. Regressa a Portugal em 1910.
Grande parte da sua obra encontra-se reunida na Casa-Museu Leal da Câmara, na Rinchoa, Sintra.

19 outubro 2010

Música: Castelos na Areia de Madredeus

No próximo dia 25 é editado CASTELOS NA AREIA, o terceiro e último CD de originais dos Madredeus  & A Banda Cósmica que se junta aos já editados Metafonia e Nova Aurora.

Com este novo trabalho completa-se a trilogia dos Madredeus com A Banda Cósmica. Desde 2008 (ano da sua formação), até 2010 os Madredeus  & A Banda Cósmica editaram três CD’s e um DVD:

2008 METAFONIA
2009 AO VIVO NO TEATRO IBÉRICO (DVD)
2009 NOVA AURORA
2010 CASTELOS NA AREIA

Entre 2008 e 2010, a banda realizou 21 concertos em Portugal, 3 na Polónia, 2 em Espanha e 1 no Brasil. Hoje quase 2 anos após o seu início, os Madredeus  & A Banda Cósmica despedem-se do público com Castelos na Areia, um álbum de originais, gravado nos Estúdios Música Nómada em Pavia no último trimestre de 2009. Castelos na Areia é um trabalho composto por 11 temas (baladas, grooves, dramas e desafios), e segundo os autores um disco pensado e destinado a ser divulgado por uma rádio progressista.

A extinção da Banda Cósmica deu-se em Dezembro passado. A razão deveu-se à falta de meios para contratar um grupo tão numeroso de artistas, uma vez que os concertos não abundam, a rádio e televisão pouco arriscam na divulgação deste tipo de música e a venda de CD’s é completamente irrisória. Mesmo assim e perante todas estas adversidades, os Madredeus, decidiram investir numa última gravação com este espectacular grupo de músicos. A edição de Castelos de Areia no próximo dia 25 é o fecho de mais um capítulo na vida deste incontornável grupo português.

No entanto, este não será um adeus, mas sim um até sempre, porque os Madredeus tem o poder de se reinventarem como uma Fénix que ressurge das cinzas. Esperamos que gostem de Castelos de Areia o último trabalho dos Madredeus, um dos grupos mais importantes de todos os tempos na história da música portuguesa.

Até sempre!

CASTELOS NA AREIA
1.Castelos Na Areia – A Maré
2.Até Bem Longe
3.Inspiração de Amor
4.Que Complicação de Civilização
5.O Combate
6.Se Todos Os Rios Vão Dar Ao Mar
7.Quando A Valsa Começar
8.O Espaço Interior
9.Liberdade e Expressão
10.Quem Não Quer Ser Lobo Não Lhe Veste A Pele…
11.O Som É Bom

21 janeiro 2010

Espectaculo: Semana Oriente/ Ocidente – Miscigenações


No âmbito do projecto Semana Oriente/ Ocidente – Miscigenações, o Museu do Oriente sugere um espectáculo de dança tradicional japonesa, um workshop de Bonsai, um teatro de marionetas e sombras chinesas e a narração de um conto musical de Macau, para o fim-de-semana de 6 e 7 de Fevereiro.



Organizada pelo Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes – Secção de Ciências da Arte e do Património, com o apoio da Fundação Oriente, a iniciativa apresenta um programa diversificado e abrangente, com o objectivo de divulgar as culturas asiáticas ao nível da expressão artística.


No dia 6 de Fevereiro, a partir das 14h00, o workshop de Bonsai, ensina os participantes a cuidar da sua planta e estimula a prática desta arte.


No mesmo dia, às 18h00, é apresentado Memórias de Areia, um espectáculo de dança Butoh, um elogio ao silêncio, através de uma viagem pelo caos, para chegar a uma nova ordem e à descoberta de outros caminhos, em que é preciso esquecer, para lembrar. É a procura do Oriente dentro de cada um, em que as culturas se tocam, misturam e tornam mais rico o Universo.

12 dezembro 2009

Espectaculo: Fernando Mendes estreia "mendes.come"


O Festival de Humor Solrir abre as portas dia 1 de Janeiro, no Portimão Arena, com a estreia nacional do espectáculo “mendes.come”, que celebra os 30 anos de carreira de Fernando Mendes.



Em “mendes.come”, o actor vai acentuar ainda mais a sua vertente cómica, mas vai também contar histórias, viajar pelas memórias (as suas e as de todos) e cantar músicas de amor e humor, na companhia de Luís Portugal, António Vaz Mendes e Cristina Areia, capa da Playboy de Outubro último.


Natural de Lisboa, Fernando Mendes, filho de Vítor Mendes – um dos maiores actores da revista à portuguesa - vive nos “palcos” desde sempre. Com apenas 17 anos de idade estreou-se como profissional na revista “Reviravolta”, no extinto Teatro ABC, em Lisboa, ao lado de Eugénio Salvador e Florbela Queiroz.


A sua estreia na televisão aconteceu em 1984, na RTP. A estação pública foi a rampa de lançamento para o reconhecimento enquanto actor e humorista a nível nacional. Entre os seus inúmeros êxitos, destacam-se as participações nos programas “Nico d’Obra” e “Nós os Ricos”, com Nicolau Breyner, Carlos Areia (pai de Cristina Areia) e Rosa do Canto, entre outros.


Actualmente é o protagonista de um dos programas de entretenimento de maior audiência da RTP1, o “Preço Certo em Euros”, e um dos artistas mais acarinhados pelo público português.


A primeira noite do Festival Solrir contará ainda com a interpretação de “Somos Funcionários Públicos”, que até à data já conta com 129 mil visualizações no youtube, e a apresentação da peça o “Barão de Paumole” interpretada por Adriano Pereira e pelo grupo “Barraca Armada”.


O Solrir, uma iniciativa do Município de Portimão, através da empresa municipal Portimão Turis, é cada vez mais o espelho do melhor humor da actualidade.